Umbrella: um projeto cultural e científico.

quarta-feira, 7 de agosto de 2019 · Temas: ,

Relendo o projeto de candidatura conjunta que fizemos a este projeto multinacional, constatamos a sua amplitude cultural e veia ambiental. Foi esta última que nos atraiu logo à partida, por incidir numa área tão sensível e pertinente como é o clima, cujos conteúdos encaixam em disciplinas como a Geografia, mas sobretudo, por possibilitar aos alunos, um modelo diferente e inédito de abordagem científica.

Projeto UMBRELLA - A

Para isso, e em projeto, definimos a instalação de uma rede de 5 estações meteorológicas automáticas amadoras, em 4 escolas básicas do concelho, não necessariamente do Agrupamento de Escolas da Lixa, e uma numa entidade privada o Hotel Monverde. A sua localização foi definida de acordo com as características geográficas das suas localizações. Atendemos à morfologia circundante, aos ventos dominantes, exposição solar e ao edificado. Em funcionamento, prevê-se que possa fornecer um conjunto de dados climatológicos que se traduzam em mapas, gráficos, pequenas análises de cariz analítico e sistemático, eventuais problemas, soluções que, em última análise, sensibilizem jovens para o problema climático.

Mas note-se, o Umbrella é também um projeto iminentemente cultural. Começa na necessidade de usar a língua inglesa, talvez a ferramenta mais importante do projeto, apela à partilha de informações e ou a vivência de experiências, impossíveis noutros âmbitos. Por outro lado, e sobretudo nestas idades de construção da personalidade, unir jovens de países distantes, e pô-los a falar a mesma língua em torno de causas, tal como a climática, é resposta de futuro para uma Europa com crise de valores.

Projeto UMBRELLA - B

A fatia nacional do projeto, como se referiu, prevê instalar 5 estações meteorológicas, cujo quadrilátero formado pela localização das mais extremas, forma uma área de trabalho com cerca de 24 kms2. Nesta nasce o Rio Sousa, afluente do Douro, e confina, muito grosseiramente, à metade oriental do Concelho de Felgueiras, onde se situa a Escola Secundária da Lixa, e administrativamente pertence ao Distrito do Porto, NUT III - Tâmega e Sousa. Dista, a oeste, cerca de 48 quilómetros do Oceano Atlântico, de onde sopram os ventos predominantes da região, e a sua altitude média é de cerca de 395 metros. A leste desenvolve-se uma barreira montanhosa concordante com a linha do mar, que determina a subdivisão, em dois, do clima no norte de Portugal Continental: a oeste, um clima de temperaturas mais amenas e mais chuvoso, de feição marítima; a leste da barreira, um clima de maiores amplitudes térmicas anuais e maior secura, de feição continental.

Dia mundial do turismo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Podíamos abordar o assunto de uma forma profundamente crítica, tal é o embaraço que nos traz, a nós portuenses, a locomotiva turística que oblitera alma e tradição da cidade e região. Mas assim não fazermos, até porque esta comemoração onde participamos, no Auditório Municipal de Felgueiras, a convite do município, contou com uma série de estudantes de várias escolas do concelho que acreditam, e bem, na atividade como garante do seu futuro profissional. Haja para tal força e vontade de ir mais além do ensino secundário.

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A última caminhada.

segunda-feira, 28 de março de 2016 · Temas: , ,

Não é a primeira vez que aqui escrevemos sobre o Tua, o belíssimo Tua, cujo vale será em breve inundado, dada a construção da barragem de Foz-Tua, perdendo-se, irremediavelmente, mais uma paisagem única no país. O rio, que resulta, curiosamente, da junção de dois afluentes, o Tuela e o Rabaçal, a cerca de 4 quilómetros a montante de Mirandela, oferece-nos um vale selvagem de elevado valor paisagístico e ecológico até à sua foz, no Douro (EIA AHFT, pg. 306), que concilia uma linha férrea de rara beleza e potencial turístico.

Enquadrameto regional da barragem de Foz-Tua

Não obstante, a barragem está quase construída e o vale não tardará a inundar terra pródiga em olivais, vinha de qualidade superior, e uma paisagem única.  Será que não havia outra solução para este pedaço transmontano que não o espelho de água? Ninguém nega a importância da potencialização energética permitida pela barragem e, sobretudo, a captação de água na albufeira. Mas no caso deste vale, com uma via férrea instalada e um Douro ali ao lado, não seria bem mais interessante uma outra abordagem. Definitivamente, sim.


Fonte: AHFT EIA  Vol. II

Mapa da poluição atmosférica de partículas.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015 · Temas:

A Universidade de Yale (EUA) publicou online um mapa mundial da poluição atmosférica de partículas. Este  tipo de poluição atmosférica consiste numa mistura de sólidos de gotículas que, pela leveza, flutuam no ar, sendo que podem ser causadas por fenómenos naturais tais com erupções vulcânicas, fogos florestais, a natureza ambiental e geológica da região, ou derivarem da poluição humana.  

As partículas de tamanho inferior a 2.5 micrómetros (um micrómetro corresponde à milésima parte de um milímetro) são basicamente caudadas por poluição provinda de gases automóveis, poluição industrial ou de centrais termoelétricas. São estas partículas que criam condições para a formação de grandes neblinas de poluição (haze em inglês) em grandes concentrações urbanas mundiais.

De uma forma natural, a atmosfera poderá também ficar carregada de partículas atmosféricas de tamanhos de tamanhos superiores a PM2.5 micrómetros. Falamos no pólenes primaveris ou nas poeiras provindas de zonas áridas, como é o caso do Saara, que podem atingir tamanhos consideráveis, como é verificável no mapa (até 153 micrómetros). São poeiras perigosas para a saúde humana, ultrapassando largas vezes o limite definido pela OMS (10 micrómetros) para que que o ar seja considerado de qualidade.

Mapa Poluição do Ar

O mapa representado mostra-nos estimativas da poluição atmosférica de partículas, feita a partir de medições de satélite, onde é assim notória a coincidência da volumetria das partículas com as maiores concentrações urbanas, e de zonas naturalmente propensas à grande concentração de poeiras atmosféricas de maior volume, como o Norte de África e a Península Itálica por exemplo, por consequência.


Fontes: Yale Airmap  // Wikipédia  // Airnow.gov // OMS

Os prémios do d´Bússola na Mão.

domingo, 4 de janeiro de 2015 · Temas: ,

E de repente, voaram duas semanas do necessário repouso de um enorme 1º período de aulas. Ao que parece, o 2º, que começa já amanhã, é ligeiramente mais curto, intervalado pelo carnaval (nos dias 16, 17 e 18 de fevereiro)  e acaba praticamente quando começa a primavera. Aliás, com os dias maiores e a temperatura arrebitada, a “organização” do d´Bússola na Mão quer realizar uma atividade ainda mais envolvente para os seus famosos clientes… É no dia 17 de março e mais à frente dela daremos conta.

50Bolas de Berlim

Mas quanto aos prémios do Bússola na Mão, refira-se que a “organização”  passou quase duas semana a analisar, exaustivamente, as respostas dadas pelas equipas participantes e chegou a uma conclusão: as 50 bolas de Berlim que se constituíam como prémio, vão ser, afinal de contas, deglutidas pela própria organização. Isto porque foi detetado muito bota-o-olho-nas-respostas-alheias, nos RoadBooks entregues por cada uma das equipas concorrentes; uma autêntica mas deliciosa batotice… capiche?! Bom início de aulas!

Sábados Diferentes no Geodilema.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014 · Temas: ,

«O Porto conseguiu impor-se como destino turístico num país onde já existem três regiões turísticas com algum desenvolvimento [Algarve, Lisboa e Madeira], oferecendo um atrativo completamente diferente do que já existe», referiu o presidente do Turismo de Portugal, João Cotrim de Figueiredo, na conferência Turismo 2020: Plano de Acção para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal, realizada na Alfândega do Porto. É também por isto, que insistimos tanto naquele destino, também turístico, nas múltiplas edições dos Sábados Diferentes.

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Os quatro percursos definidos para a próxima edição dos Sábados Diferentes, captam a essência da Cidade que, no entanto, necessita de ser contada para ser entendida. Ora, é aqui que se verá o desempenho dos nossos guias turísticos e a aplicação de tudo o que aprenderam até ao momento. A pensar neles,  criamos um novo tópico de discussão no Geodilema, onde podem (devem) trocar e obter informações, pedir ajuda e opiniões. Cumulativamente, estamos a reunir materiais úteis para cada etapa, em 4 pastas diferentes, depositadas no Geoarquivo. A sugestão é simples: ousem perguntar! Bom trabalho.

Objetivos para um certo teste do sétimo ano.

sábado, 25 de outubro de 2014 · Temas: , ,

No Geopalavras é mesmo assim, tanto estamos a falar de drones, Sábados Diferentes ou de “App´s” que ajudam na previsão do estado de tempo, como falamos daquilo que é tão essencial: os objetivos para um primeiro teste de Geografia da temporada, que estão arquivados no Geoarquivo, na pasta dedicada ao sétimo ano.

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Mais, decidimos ir um pouco mais além e criamos no fórum do Geopalavras, o Geodilema, um tópico de discussão com o seguinte tema: Dúvidas para o 1º teste de Geografia da temporada 14-15. Sabemos bem que o título não é lá muito feliz, soa a coisa antiga, mas é elucidativa.

Mas afinal o que se pode fazer neste fórum e nomeadamente neste tópico de discussão? Basicamente tirar dúvidas! É que com estas “modernices” das telecomunicações, bem que podemos estar à distância, na praia e a comer uns “brutos” de uns gelados, e a participar no fórum tirando dúvidas ao nossos queridos alunos do sétimo ano que, certamente, se vão “esfolar” a estudar para Geografia neste fim de semana. E isto apesar do verão inédito que se vive na rua! Estamos confiantes.

Transgénicos em debate.

sábado, 5 de outubro de 2013 · Temas:

Fruto da biotecnologia, os organismos geneticamente modificados (OGM), ou transgénicos, são seres vivos que apresentam no seu genoma, sequências de DNA próprio modificado. «O objetivo fundamental da criação de um alimento transgénico é fazer com que este possua características que lhe permitam um melhor desenvolvimento, combater pragas ou resistir melhor aos pesticidas. Deste modo, as culturas terão melhor rendimento, criando-se mais alimento para a população, inclusivamente de qualidade. Os inseticidas ou pesticidas podem deixar de ter utilidade visto que as culturas podem tornar-se resistentes a pragas».

Laranja Grande

Nova temporada no Geodilema.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013 · Temas: ,

Os temas da introdução da produção de energia nuclear em Portugal  e do uso mundial dos produtos geneticamente modificados (transgénicos), inauguram a nova temporada do Geodilema. Ao contrário do passado, a primazia da discussão ocorrerá on-line, no Geodilema, e pontualmente e sequencialmente na sala de aula.

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Enfatiza-se assim a construção de ideias escritas, talvez mais fundamentadas, possibilitando igualmente leituras e participações mais amplas. O sistema de votos em cada participação (comentário) possibilitado Google Groups, permitem uma avaliação justa e objetiva por parte dos pares participantes. Acresce que há a possibilidade muito prática de participar via smartphone ou tablet com o seguinte link. Boas discussões!

O polémico tema da construção de barragens.

terça-feira, 23 de abril de 2013 · Temas: ,

Dada a forte divergência de opiniões causada pelo tema da construção de barragens, prolongamos o debate de aula para o Geodilema, com seguinte mote:

Com a construção de barragens armazena-se água, produz-se energia, regularizam-se os rios mas, perde-se paisagem, biodiversidade, património e qualidade da água. Tudo isto são factos perante os quais se levantam algumas questões:

  • O turismo, altamente propagado pelos defensores das duas posições, resulta melhor com a criação de um enorme lago ou com a preservação do ambiente e património?
  • Com a retenção / armazenamento da água estamos a proteger este bem precioso ou a degradá-lo?
  • O desaparecimento de aldeias seculares é um mal necessário em prol da maioria da população?
  • A destruição de campos agrícolas, paisagem e biodiversidade, não será um entrave ao tão propagado desenvolvimento do interior?
  • O realismo económico e a necessidade de aproveitar os poucos recursos naturais que dispomos justifica a construção de barragens?

Barragens Subida Cota

Desenrascar Portugal v2.0

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 · Temas: , , ,

Como desenrascar Portugal? Este é um debate antigo, talvez mesmo infindável, mas sempre profícuo e ávido de novas ideias-solução. Portugal necessita delas e quem melhor do que os seus cidadão mais jovens, com uma visão pouco turvada com a realidade, para as pensar. É portanto este o mote de mais um debate que se estenderá desde a sala de aula até ao Geodilema

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Trabalhos de casa, uma eterna discussão.

sábado, 19 de janeiro de 2013 · Temas: ,

É um debate antigo mas ainda cheio de divisões – são os trabalhos de casa uma utilidade ou uma obrigação inócua? TPC

Se os apologistas do trabalho em casa referem que com aquilo que o estudante «leva e traz da escola, os pais e professores desenvolvem uma teia de relações e avaliam-se uns aos outros», já os detratores referem que os trabalhos «devem ser feitos na escola e não em casa [e assim] pôr fim a algumas desigualdades educacionais, já que nem todos os pais têm a mesma disponibilidade e instrução para apoiar os filhos nas tarefas propostas pelos professores».

O regresso à agricultura.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 · Temas: ,

Foi muito inspiradora a entrevista concedida pelo presidente da CAP (Confederação Agrícola Portuguesa), o Eng. João Machado, ao programa «Olhos-nos-Olhos» da TVI24, à cerca de uma semana atrás. No panorama atual, ouvir este representante dizer que a agricultura apresenta sinais de um novo alento, é no mínimo animador. Mas vejamos algumas das principais ideias saídas da entrevista:

Presidente da CAP

  • nos últimos anos tem-se verificado uma série de investimentos na agricultura nacional;
  • na atualidade, a PAC (Política Agrícola Comum) tem apostado na produção agrícola, contrariando diretrizes que vinham desde 1992 (primeira reforma da PAC), onde a ordem era para evitar os excedentes agrícolas;
  • até 2008 / 2009 a nossa balança alimentar era deficitária em cerca de 5 mil milhões de euros;
  • em 2012 o défice da balança alimentar nacional é de cerca de 3 mil milhões de euros;
  • houve um ganho de 2 mil milhões em cerca de 3 anos devido à diminuição das importações em cerca de mil milhões e de um aumento das exportações em cerca de outros mil;
  • Portugal exporta: vinho, azeite, hortícolas (sobretudo primores) e frutas, sendo que estas duas representam mil milhões de euros anuais;
  • temos capacidade de produzir ao ar livre produtos hortícolas frescos (primores), com baixo custo de produção e com um adianto de cerca de 15 dias em relação ao sul de Espanha (a horta da Europa), possibilitando deste modo colocar estes produtos no mercado estrangeiro em vantagem em relação à concorrência;
  • somos, em crescendo, um dos maiores de produtores de tomate, que por si só representa 600 milhões de euros, e exportamos para cadeias alimentares de produção de molhos um pouco por todo o mundo;
  • temos, a par da Califórnia, a maior produtividade do mundo neste produto;
  • houve um desenvolvimento nos últimos dois anos de cerca de 22 mil empresas agrícolas, que criaram cerca de 30 mil postos de trabalho e incorporaram 5,9  mil milhões de euros;
  • neste momento trabalham na agricultura portuguesa cerca de 750 mil pessoas;
  • esta novas empresas agrícolas estão disseminadas por todo o continente (cujo território é 80% rural);
  • na agricultura há pleno emprego «quem quer trabalhar na agricultura, trabalha»;
  • os salários médios da agricultura situam-se, por exemplo para a apanha da pera, nos 800 a 900 euros;
  • a CAP apoia cerca de 200 jovens todos os meses (em termos agrícolas são pessoas abaixo dos 40 anos) a instalarem-se na agricultura;
  • são jovens licenciados, saídos das cidades e com uma formação diversa do mundo agrícola;
  • o PRODER financia novos projetos;
  • são pessoas com estudos, com uma visão abrangente e moderna da agricultura.

 

Por estes motivos, vale a pena esperar coisas boas de um setor esquecido e acima de tudo muito mal tratado. As decisões dos nossos governantes, num passado relativamente recente, iludiram-nos sobre a nossa verdadeira identidade. Na verdade somo um povo intimamente ligado à terra e parece que a ela vamos voltar.

Repovoar Portugal.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012 · Temas: ,

Portugal Continental é um território assimétrico. É assimétrico do ponto de vista económico, é assimétrico na distribuição da oferta cultural e, mais importante, na distribuição do seu bem mais precioso: a sua população. Somos assim um pedaço de território algo esquizofrénico, que ora parece preocupar-se com um interior cada vez mais definhado, ora lhe vira costas e insiste em alimentar o litoral farto.

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Na realidade, os principais problemas na distribuição da população portuguesa traduzem-se num envelhecimento e despovoamento do interior do país, onde a população é maioritariamente analfabeta ou com um baixo nível educacional, e numa forte concentração urbana na faixa litoral, em particular em Lisboa e Porto.

Deste modo, urge debater e encontrar soluções para: 

  1. Como redistribuir de uma forma mais equilibrada a população, potencializando os recursos endógenos das diferentes regiões?
  2. Como melhorar as condições de vida no interior?
  3. Como aumentar a oferta de emprego no interior?
  4. Como criar incentivos à fixação dos jovens nas regiões mais desfavorecidas?
  5. Como promover o desenvolvimento das pequenas e médias aglomerações urbanas?

Poderás discutir este assunto e lançar medidas que respondam aos anteriores problemas no Geodilema, o fórum de discussão de problemas dilemáticos.

Participar e publicar e no Geodilema em 2 passos.

sábado, 13 de outubro de 2012 · Temas:

Bom, parece que tem havido alguma dificuldade em publicar os comentários no Geodilema. É no entanto bastante fácil! Repara:

Para responderes a um comentário (inclusivamente o comentário inicial – o mote do debate), ou a um sub-comentário (etc.), basta clicares no botão – Publicar Resposta – que nos surge no canto superior direito da caixa que alberga o comentário ao qual queremos responder.

Passo A

Depois de escrever a nossa resposta, que inclui uma citação do comentário ao qual estamos a responder e podemos apagar, devemos clicar em – Mensagem. E pronto, fica o nosso comentário publicado! Boas publicações!

Passo B

Carreira ou filhos?

· Temas:

É um facto, o papel da mulher ocidental é hoje completamente diferente daquele que possuía há quatro décadas atrás. Há uma aproximação da mulher ao homem nos cargos que ocupa, nas funções que desempenha e na consequente falta de tempo. Mas se esta nova assunção da mulher é plena de direito, coloca no entanto uma dificuldade acrescida no seu papel de mãe.

A maternidade e a profissão são situações que requerem muito tempo e esforço por parte da mulher, provocam desgaste físico e emocional, ou simplesmente são incompatíveis. Por isso, torna-se muitas das vezes imperiosa a escolha entre investir o seu tempo e esforço na carreira profissional ou dedicar-se à estruturação da família.

Será que devem optar por ficar em casa, para tomar conta do seu filho e acompanhá-lo constantemente ao longo do seu crescimento? Ou deverão investir na carreira, avistando uma ascensão profissional? Ou o ideal será conciliar tudo?

Está dado o mote para o primeiro debate da temporada do Geodilema. Participa!

Praticando meteorologia.

sábado, 8 de setembro de 2012 · Temas: ,

Finalmente aqui está o primeiro vídeo da coleção Praticando Meteorologia, ou seja, uma série de clipes, mais ou menos sérios, que nos falam de meteorologia e que nos são apresentados pelos aprendizes do ex-sétimo B.

E para começar, digam lá se o Ruizinho não é um excelente meteorologista! Mesmo que se tenha de esticar todo para apontar os países...

O estado da liberdade.

quarta-feira, 25 de abril de 2012 · Temas:

Grande parte de nós nasceu em liberdade e com ela assim cresceu. Viver em liberdade é assim uma condição perfeitamente adquirida e consolidada no nosso país e, de uma maneira geral, no mundo ocidental. Temos liberdade de pensamento, de expressão e até de manifestação. Contudo, assumimos que a liberdade é gratuita, mas não é! Foi cara. Custou bastante a várias gerações que, ao longo de décadas, se viram privadas de poder exprimir o que pensavam, vestir como entendiam, ouvir o que gostavam ou, simplesmente conversar com queriam.Liberdade Geopalavras

As coisas mudaram e hoje não é assim. Mudamos para melhor, ninguém duvida! Mas há que questionar:

- Não estará a liberdade a ser muito maltratada e confundida com outra coisa?

- A liberdade deverá ter limites ou deve permanecer pura e infinita?

- As normas (fumo, álcool, etc.) que nos impõem são atentados à liberdade? Ou regras para um bom funcionamento em sociedade?

Ora, poderás debater todas estas questões, e outras, no Geodilema. Dá lá um salto, deixa a tua opinião e não deixes que os outros pensem por ti.