A cor das folhas.

sábado, 28 de novembro de 2020 · Temas: ,

Está quase finalizada a pintura efémera que nos propusemos a realizar no âmbito do Umbrella. Depois da limpeza do espaço que realizamos com o 10ºH na passada 4ªfeira, e já depois das aulas de um dia frio e cinzento, desenhamos folhas e e demos cor às paredes. Começamos com a preciosa ajuda do PCA já há uns dias, e mais concretamente com as respetivas professoras de Cidadania, que abraçaram desde início esta ideia em colaboração com a turma. Ao final do dia concluímos a parede com a colaboração de uma turma que costuma usufruir do espaço, e com uma coisa que não ouvíamos há muito e adoramos: "- Professor, precisa de ajuda?".


Foi o ponto de partida para uma bela experiência, mão sujas de tinta, e um resultado de belo efeito que tornou o dia menos cinzento e que nos deu pinturas para contar.

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Surpresas da vida.

terça-feira, 24 de novembro de 2020 · Temas: ,

Há neste pequeno microfilme uma confirmação daquilo que entendemos como fundamental e transversal a qualquer área do saber, a criatividade. Reparem, estes alunos estão ligados pela sua área de formação, a uma abordagem mais lógica e objetivas do mundo. Contudo, e de acordo com o que apregoamos há muito, tal não basta. Na absorção da realidade concreta e na necessidade constante de criar soluções, paradoxalmente racionais, há necessidade um dom que se incentiva e só nós possuímos, a criatividade e a ousadia de o ser.

Por isso, incentivos à realização de um trabalho destes por parte da disciplina de Filosofia, e a propósito do dia da mesma, são fundamentais e uma excelente forma de incentivar a ousadia de pensar em ser diferente e criar originalidade. Parabéns aos alunos e aos incentivadores.

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Zapping numa noite de confinamento.

sábado, 21 de novembro de 2020 · Temas: ,

Estamos novamente em confinamento e desta vez é que é! E assim foi, ganhamos coragem e ousamos fazer zapping na imensidão de canais que possuímos e ignorávamos. Foi uma experiência incrível, vimos de tudo um pouco: informação à portuguesa; desporto; desenhos animados; filmes e séries; documentários; canais de informação estrageiros e a religião. Um fartote! Ainda assim, e após duas horas e tal se comando na mão, sobraram uns quantos canais por assinar e outros que nem entendemos para o que servem.

QUINO - Televisión.

Mas, façamos um pequeno relato do nosso zapping (não encontramos palavra portuguesa equivalente e a expressão que a substitui é demasiadamente longa e chata), através do qual aprendemos onde vão parar os euros da mensalidade de televisão. Começamos pelos primeiros canais da lista. Tratam-se dos nossos canais genéricos de televisão e, com exceção da RTP2 e os horários informativos, mais valia não ocuparem banda; isto, a não ser que gostem de ver enormes intervalos publicitários ou pregões  desvairados sobre números telefónicos de concurso e valor acrescentado. 

Na segunda levada de canais surge o desporto que, na verdade, assume os contornos de combates de pugilato ou artes marciais. Neles discursam ex-jogadores da "bola", treinadores desempregados e comentadores "pau-para-toda-a-obra". Por aqui faz-se, na verdade, um belo de um exercício zapping, sobretudo para aqueles que não se importam de pensar e gostam de alguma ação à mistura. 
De seguida vimos canais com gente a viver na floresta e a comer esquilos, dispensamos; vimos malta da fazer 1000 quilómetros para surfar numa praia cheia de pinguins, também não despertou; vimos concursos de culinária com gente a chorar, avançamos; e por último, malta a comprar e renovar casas por 1 milhão de dólares, não era bem para nós.

Quanto aos canais de desenhos animados, achamos piada a um ou outro, mas facilmente nos cansamos. Não sabemos se pela idade, se pelo perpétuo insistir no mesmo tom louco do Ren e Stimpy que pautou tanta coisa e ainda se perpetua. Falta de ideias? Talvez. A vaga seguinte surgiu com canais de filmes requentados e séries de "segunda apanha". Tal como os debates da bola, aqueles servem acima de tudo para entreter se não quisermos pensar muito, ou preparar um belo de um sono.

Estávamos à espera de encontrar muitos canais de música, mas não. Vimos uma MTV defunta com gente a pintar as unhas e falar sobre a ida ao cabeleireiro; o VH1 está permanentemente em modo aleatório, com música que vais desde os ABBA ao The Weekend; o MCM passa música com malta invariavelmente a cantar em conjunto com gandas "bólides" e cordões de ouro ao pescoço; boçal... 

Já no fim veio um chorrilho de canais de suposto documentário e nada mais postiço! Honestamente, parece tudo combinado e encenado, até os poucos documentários com animais parecem tê-los hipnotizados ou quase sem dentes. Bolas! Nada como aqueles documentários de leões a comer zebras, quase que o cameraman também, onde se via o papa-formigas e fugir das hienas e documentarista a dormir entre gorilas e elefantes. Oh!

Por último, vimos informação estrangeira com aqueles pivots-robot, mas acabamos na igreja. É verdade, estivemos uns bons minutos a tentar entender o canal "Canção Nova", onde vimos uma freira de violão a tentar cantar qualquer coisa que nos escapou ao entendimento...  Em suma, e apesar de tanto estímulo, acabamos o serão a tentar ler um livro intemporal: A divina comédia de Dante; também faz rir e é muito mais estimulante.

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Pinturas num espaço esquecido.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020 · Temas: ,

As pinturas já tinham começado na passada semana, contudo, o tempo que passa a voar adiou para esta semana o remate definitivo, numa jornada que se prolongou desde a manhã ao final, da passada quarta-feira. Os primeiros pintores foram os alunos do PCA, não é nossa turma, mas é como se fosse. Os segundos, a turma de "Turismo" do 10º ano, não se fez rogada, arregaçou as mangas e pintou, fixou, limpou, dignificou e deu o exemplo a muito boa gente que aquele bonito espaço abandonado pode ser mais do que é atualmente. 








Paralelamente, tratamos de fixar as colunas de som idealizadas aquando do último OPE realizado no agrupamento, que prometem tornar o espaço ainda mais aprazível, de modo a ser usufruído por alunos e todos os que estejam fartos de quatro paredes. E apesar da indiferença pelo esforço, e até porque o espaço ainda não está concluído, falta um mural com folhas estilizadas e outonais pensado no âmbito do programa Umbrella (Erasmus), continuaremos a dar o exemplo de que a escola ligada apenas ao computador não faz sentido.

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A importância da Filosofia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020 · Temas:

Imaginem acordar num dia sem Filosofia, valores e pensamento. Imaginem sair para estudar ou trabalhar, submetidos a regras funcionais de regimento profundamente eficiente onde o lugar para o erro, a diferença, e por consequência, a criatividade, não eram uma possibilidade. Imaginem acordar num dia cuja rotina era igual em todo mundo por ausência de reflexão perante o meio e a sua incorporação em valores que traduzem em atos, pensamentos e atitudes que nos enchem de valor. Imaginem um dia assim, e decerto que não estão a imaginar o dia da Filosofia.

Padlets criados no âmbito no AEL

Entre várias iniciativas que sinalizam este 19 de outubro, no Agrupamento de Escolas da Lixa, e a espaços, publicaremos no Geopalavras está a construção destes e os resultados das diversas iniciativas. 

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Folhas tocadas pelo vento.

domingo, 8 de novembro de 2020 · Temas: , ,

A réstia de folhas das folhosas da EBLC que ainda lhes compunham o aparato, mesmo nesta altura do ano, foram levadas pelo vento leste, de definição estranha, nem frio nem quente, que soprou ao longo de toda a passada quinta-feira. Nos intervalos, os pequenitos não descansavam e colecionavam folhas apanhadas em pleno ar, que mais pareciam borboletas perdidas naquele sopro de rodopios e de pronúncio da chuva que só chegou bem mais tarde. Não hesitamos, provocamos e fotografamos, e as fotos falam por si.




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