O todo é maior que a soma das partes.

sábado, 29 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Trouxemos a ideia de Itália, quando viajamos até Pisa e visitamos a Fondazione Teatro di Pisa. Ali, nas suas salas de ensaio, assistimos em poucos minutos à criação da sociedade por meio de uma experiência única: a cerca de 30 alunos de Erasmus, alguns sem se terem falado, era destinado proteger uma cadeira (30+1) vaga de ser ocupada por um deambulante. Contudo, este conquistou-a várias vezes até que se parou, dialogou, criou estratégia e traçou o modo como vencê-lo; nesse momento, fez-se a sociedade e as partes formaram um todo

Décimo D em setembro de 2018

Na quinta-feira passada, com o décimo D, o deambulante fomos nós e Professora Célia, que trouxe a sua turma a participar. Truncamos as nossas aulas mais demos muito mais a aprender: que o todo é maior do que a soma das partes.

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Dia mundial do turismo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Podíamos abordar o assunto de uma forma profundamente crítica, tal é o embaraço que nos traz, a nós portuenses, a locomotiva turística que oblitera alma e tradição da cidade e região. Mas assim não fazermos, até porque esta comemoração onde participamos, no Auditório Municipal de Felgueiras, a convite do município, contou com uma série de estudantes de várias escolas do concelho que acreditam, e bem, na atividade como garante do seu futuro profissional. Haja para tal força e vontade de ir mais além do ensino secundário.

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A nossa seleção.

terça-feira, 25 de setembro de 2018 · Temas: ,

São estas 3 meninas que nos vão acompanhar a França, Saint-Avold, via Luxemburgo e, quem sabe, talvez um pouco mais. Ganharam direito numa seleção realizada no cair do pano sobre o passado ano letivo, quando muitos já pensavam em férias, e o próximo ano letivo estava a meses de distância. Pois é, mas distância foi cumprida e é notória a felicidade no rosto da Raquel, Margarida e Marta, que souberam acreditar.

Seleção Erasmus França 2018

Mas, o Erasmus não se resume às viagens. Nem teria interesse se assim fosse! O Erasmus é sobretudo algo que tem que ver com a criatividade em ação, uma manifestação do potencial humano. É isto o Erasmus; não é passear… Por isso mesmo, os professores Célia, Paula e Pedro, incumbiram várias tarefas às meninas, que parece tê-las entusiasmado, vejamos:

  • Destacar uma personagem(ns) feminina de monta, para apresentar em Saint-Avold, cujo subtema é a igualdade de género. Apostamos na Amália (com o seu delicioso “Vou dar de beber à dor”, na Ana Moura e na Mariza). Achamos excelentes soluções que vão dar, inclusivamente, origem a uns vídeos “icebreaking” em playback.
  • Vamos tratar no nosso Erasmus Corner, literalmente corner, pois irá situar-se no mesmo local onde se situava o biombo do Erasmus, mas, desta feita, na parede de azulejos, aproveitando o ângulo de 90º que a mesma ali perfaz, e onde pretendemos colar letras 3D realizadas com esferovite.
  • Por último, arquitetamos um guião com vista à realização de um minidoc sobre o Erasmus desde que ele se iniciou no passado ano letivo. Vai conter entrevistas, até internacionais, imagens inéditas e perspetivas futuras.

Em suma, mudamos a nossa filosofia pois aprendemos com os erros passados. Nesta viagem a França damos pistas e sugestões; intervimos o mínimo e estamos em crer que a organização e tranquilidade que assistimos hoje, não nos vai desapontar.




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Voltamos ao Classroom!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Aluno piolhoso, se por acaso nos calhaste na rifa este ano, fica sabendo que tratamos de te desenrascar um “email” oficial do A.E. Lixa, com fito de te poderes inscrever em duas coisas diferentes ao mesmo tempo: o Classtoom, uma plataforma da Google que irás dominar em 3 tempos, e também o Office 360, ou seja, a possibilidade de acederes às ferramentas tipo: Word, PowerPoint… através do Chrome ou parecido. Mas, vejamos o que o Vlad nos tem a explicar sobre isto:

Vlad-Instruções

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Já estamos no outono!

domingo, 23 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Foi um ápice! Ainda há pouco finalizava a primavera e já surge o outono, com o equinócio acontecido às 1h:54m de Portugal Continental, do dia de hoje. É a nossa estação do ano favorita. As cores, os perfumes, os cheiro da terra seca logo após as primeiras chuvas (em inglês, petrichor), a azáfama e o calor que agora, por ser mais raro, curto e escasso, sabe ainda melhor.

Outono 2018

Dura esta estação até 21 de dezembro, pelas 22h:23m, quando a maior das noites do ano se impuser e trouxer o inverno e o verdadeiro frio.

Ainda não é este ano que a alteração da “hora de verão / inverno” vai acontecer de uma forma definitiva no nosso país. Até lá, e com a alteração da hora na próxima madrugada do dia 28 de outubro, ainda vamos acordar com penumbra, e começar a trabalhar e ou estudar com luz solar. Quando a hora passar a definitiva, por volta da entrada do inverno, teremos de ligar as luzes da sala de aula quando nela entrarmos ao primeiro tempo da manhã. Bom outono!

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Cardboard: um.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018 · Temas: , , ,

Levamos a ideia para a sala de aula e, surpreendentemente, em todas as nossas turmas, o conceito era muito mal conhecido ou até mesmo desconhecido. Pouco foram os alunos que souberam explicar para que servia, o que que permitia e que se podia usar com um telemóvel. A receção foi promissora. Fizemos em plenas aulas, pequenos filmes (360º), e passamos o Cardboard, com os respetivos, por todos os alunos. Lançamos também uma espécie de prazo sugestão para que todos os alunos tentassem adquirir um parecido: o final do período. Até lá, faremos mais experiências e aqui, delas daremos conta.

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Andamos entusiasmados.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018 · Temas: ,

Há cerca de um ano surgiu na imprensa aquilo que se sente na sala de professores:  “Só 0,4% dos professores têm menos de 30 anos”. Excluímos da frase anterior o ponto de exclamação, e não é um erro! O ponto final usado por sua vez, vinca o que se constata há muito nas salas de aula, um desfasamento entre o aluno que dificilmente se surpreende com aquilo que nos fazia ficar boquiabertos na FNAC há relativamente pouco tempo. Agora, reflita-se em quem insiste no método de exposição de “matéria” baseado nos anos anteriores à cadeia francesa se ter implantado em Portugal, e fica quase tudo dito.

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Daí esta nossa incessante necessidade de superar o grisalho com mentalidade aberta, que se alimenta da diferença, do espicaçar, daquilo que  nos chega de colegas entusiastas e também da atenção a estas novidades. Desta feita, trata-se de aulas de Geografia com recurso ao Cardboard.

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Investigamos e imaginamos o que já é possível há muito: com recurso a um Cardboard (o que está na fotografia adquirimos na ALE-HOP de Évora, por cerca de 15 euros), que existem à venda na Amazon, por exemplo, a preços acessíveis.

Mas, para que serve? Se potenciado, e com imaginação / adaptação, para imenso. Vejamos, depois de lhe dedicarmos um certo tempo, e aliá-lo ao ensino, descobrimos o que numa sala de aula é possível: viajar de forma imersiva (com som), até ao topo dos Himalaias, ao fundo do oceano ou mesmo à Amazónia; o que quisermos (!) e até ao pátio da nossa casa usando uma aplicação para Android - Câmera Cardboard, e depois inserindo o nosso smartphone no Cardbord.

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Em aula, por exemplo, e com recurso à aplicação Cardboard (aqui aplicação Android)e a uma outra denominada por Expedições, ambas da Google, é possível comandar toda uma turma numa viagem à Antártida, no conforto térmico da sala de aula e sem ultrapassar os custos das viagens de estudo impostos pelo Ministério para o corrente ano letivo!

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Em suma, e para fazer uma coisa diferente de “emendar a data da ficha que já aplicam em aula desde o estágio nos anos 80”… fazer o seguinte:

  • Usar um smartphone recente.
  • Comprar um Cardboard na Amazon.
  • Instalar as 3 aplicações mencionadas no texto (toca a ler).
  • Convencer os alunos e ou Encarregados de Educação a fazer o mesmo.
  • Dar aulas fantásticas!

Como é hábito, se necessitares de alguma ajuda, podes muito bem contactar-nos, nem que seja por mera curiosidade. Temos novos aprendizes de geógrafo na calha, que podem muito bem juntar-se aos restantes DR´s que por aí andam a espalhar magia!


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Época de furacões.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018 · Temas: , ,

Não se fala de outra coisa, os furacões atlânticos e o tufões pacíficos, estão a surgir em força, até porque o início do ano está prestes a começar, e eles não brincam “em serviço” quando há atrasos, baldas aos trabalhos, e pouco estudo. Mas, estes são um outro tipo de fenómenos… Vamos aos que surgem na televisão.

Estas supertempestades chamam-se furacões no Atlântico, tufões no Pacífico, ciclones no oceano índico, e na Austrália são conhecidos por willy-willies (ou limpadores de algodão), e constituem-se como as mais devastadoras tempestades da Terra.

Furacões 1

Um furacão começa no mar, que terá de apresentar  uma temperatura elevada, visto que na sua formação, a mistura de calor e vapor de água é vital. Daí a coincidência da sua ocorrência com latitudes tropicais onde aquelas condições se verificam, sobretudo nesta altura do ano (letivo?).Furacões 2

Ora, passemos à anatomia de um furacão, dos verdadeiros (para os primeiros, era necessário muito lubrificante, ferramentas estranhíssimas, e saber lidar com a muita ferrugem das peças que ainda vão funcionando…). Portanto, quanto aos verdadeiros:

  • 1. O mar aquece o ar acima de si. O ar quente e húmido sobe.
  • 2. Rapidamente se cria uma baixa pressão à superfície que, conjugada com a força geostrófica, faz o ar ascender e rodopiar em redor de um “olho”.
  • 3. O ar ascende, arrefece e condensa, provocando chuvas torrenciais, ventos fortes e trovadas.

Se estiveres perto de um e ou souberes da sua aproximação, esquece as “selfies” e pisga-te para dentro de um edifício bem protetor: uma escola, por exemplo…


Fonte: Geografia Horrível – Apanhados do Clima, Anita Ganeri, Publicações Europa América.


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Uns vídeos perdidos.

terça-feira, 11 de setembro de 2018 · Temas:

No principio era o verbo, o Clique e o ZapCanal, depois veio o Geopalavras. O Encontro Verde do passado fim de semana, em conversas, fez-nos recordar vídeos que publicamos há anos, em dois canais do Youtube, repositórios que havíamos perdido o rasto há anos. Desde que usamos o Vimeo, por maior versatilidade e liberdade de editorial, deixamos de publicar no naqueles canais, onde permanecem dezenas de vídeos realizados entre 2009 e 2013. Vamos recordar?

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Há muitas atividades que aqui nasceram: o Támal, saudosa atividade que versava a indagação de problemas sociais e ambientais locais ou distantes; a ficção pura, que nos leva ao teatro, à sátira e ironia. É também nestes canais que estão arquivados os vídeos de demolição do antigo edifício da ESL e da construção da mesma. Inevitavelmente, não poderíamos contornar os Sábados Diferentes e as várias visitas de estudo que fizemos ao longo de anos. É um boa redescoberta; disfrutem.

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Encontro Verde 2018.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018 · Temas: ,

Pedras e calhaus, horsts e grabens, diamantes e turmalinas, o Encontro Verde deste ano versou o importante papel da geologia na sociedade moderna. E vendo bem, estamos rodeados dela, que se imbui na panóplia moderna que nos dá, por exemplo, o conforto ocidental. Repare-se: um único telemóvel é hoje impossível de conceber sem uma enormidade de minerais que o constituem, e que são obtidos longe da Europa e ou América do Norte, onde os custos ambiental e humano são cinicamente tragados de uma forma indescritível.

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Deste modo, mais do que a mera geologia, muitas das vezes abordada com um inegável sentido de humor gemológico, este encontro fez também refletir uma plateia repleta sobre as modernas formas de energias intangíveis, como é a eólica, ou a  perigosa novidade dos ecológicos automóveis elétricos.

Uma nota final: o Encontro Verde é confortável. Respira um tom intimista por via do espaço onde se desenvolve, a sua temática e oradores, a audiência que que nos fez reviver com saudade um certo passado (encontramos ex-alunas, agora professoras no exercício de Geografia, e até colegas de outros tempos), mas sobretudo pela simplicidade da sua Organização. A ela, parabéns! Prometemos repetir.

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Um novo ano letivo, um novo ciclo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018 · Temas:

Embora o sol ainda circule alto e verdadeiramente o verão não tenha acabado, o fim das férias fecha um ciclo social, económico e psicológico, mas também traz um novo. É hora de retornar às rotinas que ocupam a maior parte do tempo da nossa vida, é hora de reencontros, de relatar histórias, conhecer novas pessoas e reencontrar outras. Se há balanços de vida a fazer, decisões a tomar e projetos a desenvolver, esta é a altura. É nestes momentos que se perfilam os caminhos possíveis que, uma vez trilhados e adensados na floresta letiva, torna o caminho inverso não impossível, mas sempre em esforço.

Francelos (VNG) - 2 de setembro de 2018 - (final das férias)

Daí a importância destes momentos que se avizinham para alunos, professores, dirigentes, e milhões de pessoas que retornam aos seus empregos e negócios, onde o novo ciclo se impõe e pauta decisões. Pessoalmente, gostamos muito deste retornar, deste renascer, desta azáfama esperançosa perante um futuro sempre enorme e cheio de oportunidades. Se soubermos lidar com as mesmas, há que palpitar. Costumámos dizer que o futuro não nos assusta, por vezes assombra-nos o passado.

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