Um mundo a descobrir.

quarta-feira, 28 de março de 2018 · Temas: , , ,

Desafiamos os nossos pequenitos do oito “cê” e “dê”, a partir à descoberta cultural do mundo! É verdade, não fizemos a coisa por menos! Passamos-lhes a câmara de filmar, concedemos-lhes o estúdio, transformando um bolorento teste de Geografia numa atividade que talvez os venha a marcar. Aliás, é o objetivo maior! Bem mais do que quantificar percentagens numa folha de Excel, interessa-nos, particularmente, fazer desbravar o mundo, apetrechando-os de ferramentas para os desafios do amanhã.

Ainda neste último fim-de-semana, num jantar, falávamos com alguém da nossa roda de amigos, profundamente ligado aos recursos humanos e recrutamentos de jovens, e ouvimos aquilo que intuímos há muito: as empresas, grandes e pequenas, o mundo do trabalho em geral, não se interessa por currículos recheados de formações e academismo, decorado por elevadíssimas médias académicas. Interessa-lhes sim, as “soft skills”, que mais não do que capacidades múltiplas (atitude, comunicação, pensamento criativo, ética laboral, trabalho em equipa, etc.), que se constituem como ferramentas perante os desafios que o mundo laboral atual, altamente competitivo, demanda.

Por isso, achamos que a nossa forma pouco ortodoxa de encarar o ensino, a nossa ultra-exigência em determinados pormenores que esbarram no “desenrasquismo” e uso de “soft skills”, talvez faça confusão a muitos. Mas, cremos que estamos a incentivar (preparar) gente para o mundo não acarneirado. Afinal, substituir testes por vídeos, rebuscar trabalhos, avaliar debates, plantar girassóis ou exigir uma surpresa em torno de uma viagem internacional, é estranho! Será? A sociedade o dirá.

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