Colei esta frase na vitrina da Estação Gráfica. Falta-lhe um 'E' e um acento, e o reflexo de quem se coloca de frente torna a sua leitura difícil. Sem querer, o modo espelhado como se apresenta metaforiza a sua mensagem, que nos coloca no centro do frenesim do divertimento. Mostramos mais o que fazemos, vivemos na ânsia de o fazer, do que propriamente sentimos o que fazemos.
Ora, o verão não tem de ser extravagante para recuperarmos o fôlego. Podemos encontrar um repouso muito mais profundo e gratificante na simplicidade e na recusa das obrigações sociais da época. Na verdade, o poder de decidir como queremos realmente descansar está nas nossas mãos. Boas férias!

