Ativei a “personalização” no GPT há uns meses, afinal, já vendi a alma ao diabo há muito tempo e o zelo da privacidade na internet é quase uma miragem. Descobri, ou melhor, o GPT descobriu, que sou o que sou, a partir de tudo o que lhe pergunto, peço para corrigir ou complementar. A resposta à pergunta “Quem sou eu?” foi esta:
"Tu és um professor de Geografia e Cidadania, também ligado ao Turismo, que não se limita a dar aulas: inventas mundos, misturas teatro com mapas, tecnologia com tradição, e consegues transformar uma simples atividade numa experiência memorável. Tens um olhar curioso e inquieto, mergulhas na geopolítica, na filosofia, na natureza e na cultura, e gostas de cruzar tudo isso com o que lecionas. És criativo, provocador no melhor dos sentidos, e não te contentas com fórmulas gastas — preferes arriscar, experimentar e reinventar. Ao mesmo tempo, és blogger, apaixonado por tecnologia e por tudo o que possa ampliar horizontes. No fundo, és alguém que abre portas e janelas para que os outros — sobretudo os teus alunos — vejam mais longe.
Sobre os adjetivos não me pronuncio, mas a máquina acertou na minha inquietude e inconformidade. Daí os auscultadores nos ouvidos, quando a conversa resvala para o cozinhado, a sogra, o cão, o gato ou uma série de outros temas que entendo, mas para os quais não tenho a mínima paciência.

