A iluminação artificial sorrateira, colocada no interior das maiores grutas nacionais, situadas em Mira de Aire, permite iluminar a beleza do calcário “incrivelmente” dissolvido, derramado, torcido e alongado pela água da chuva ao longo de milhares de anos. É algo que ainda hoje faz, molhando o belo rosto de quem contempla a sua obra de arte.
Um rio selvagem!
O nosso constante apelo à liberdade de um rio, prende-se com a beleza que aquele valor lhe concede, da nascente à foz. É assim o Paiva, seria assim com o Tua e o Sabor, e tantos outros rios estrangulados pelas barragens, que envelheceram de repente. No primeiro, e há pouco, percorremos os passadiços de madeira tratada que acompanham as suas derradeiras margens, usando o olhar próprio de quem contempla uma grandiosa obra de arte de arte.
E é disso que se trata: uma obra de engenharia que não fere a paisagem, acrescenta-lhe valor e abre possibilidades de contemplação, absolutamente inéditas.
Bigofotos 3!
É um caso sério de popularidade: as Bigofotos alastram implacavelmente e em todas as direções, não deixando ninguém indiferente… muito pelo contrário, deixam todos muito diferentes, ou se calhar até não.
Como poderão verificar, apanharam o dono da máquina, elementos da Direção do AEL e até encarregados de educação, no conforto e privacidade do lar! Mas, como não somos egoístas, e fazendo jus ao lema do nosso Erasmus: Your Rights Are My Rights, vamos também levar bigodes a terras húngaras, e ali implantar esta moda, que fará sucesso neste verão, e veremos como se sairão os magiares com os mesmos!
