Há um certo romantismo nesta proposta de viagem de estudo, que emana do modo como aprendemos a gostar da Geografia: dialogando com a paisagem. Trata-se de uma “volta a Portugal”, não todo, apenas o continental. As ilhas serão a seguinte etapa de uma descoberta de relações, de um diálogo muito antigo, entre o clima e o solo, a vegetação e a pedra, e do Homem, intérprete.
É uma viagem de Geografia A. Na verdade, não concebemos um aluno de Humanidades, que estuda conteúdos de Geografia, História, Português, Filosofia, Educação Física, MACS e EMRC, que não conheça o seu país. Somos um país bafejado, uma nação paisagisticamente diversa, com cunhos climáticos que variam de norte a sul, do interior para o litoral; para não falar nas nossas ilhas.
