Divisões Administrativas de Portugal.

sábado, 25 de setembro de 2010 · Temas: ,

Portugal tem uma estrutura administrativa complexa, fruto de quase um milénio de diversas divisões territoriais. Desde cedo, e à medida que a expansão portuguesa progredia com a reconquista de novos territórios, a monarquia foi exigindo uma estruturação administrativa que permitisse um permanente domínio e organização do espaço; pelo que, cedo houve tendência para demarcar os terrenos onde existissem "villas" ou outras propriedades, conforme consta em documentos medievais.

Ao longo da História de Portugal aplicaram-se diversas divisões administrativas, mas que nem sempre correspondiam a efectivas circunscrições com carácter autárquico. A primeira divisão de que se tem conhecimento baseia-se exclusivamente na localização dos principais conventos no pais, resultantes da ocupação romana, (Conventus Bracarum - sede em Braga, Conventus Scallabitanus - sede em Santarém, e Conventus Pacensis - sede em Beja). Mas o primeiro reconhecimento oficial da diversidade regional do país surge no testamento do rei D. Dinis (1279-1325) que reconhece as cinco "regiões" ("Antre Douro e Minho"; "Antre Douro e Mondego"; "Beira", "Estremadura" e "Antre Tejo e Odiana"). O seu sucessor, D. Afonso IV (1325-57), instituiu oficialmente seis comarcas, (Antre Douro e Minho, Antre Douro e Mondego, Beira, Estremadura, Antre Tejo e Odiana e Algarve). Entre o reinado de D. Afonso IV e o início do século XX são inúmeras as alterações à estrutura administrativa do país.

Dia europeu sem carros.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010 · Temas: ,
Como é sabido, os automóveis são uma das piores fontes de poluição atmosférica. O combustível consumido pelos veículos transforma-se em energia e, nesse processo, há a libertação de gases que poluem a nossa atmosfera, agravando o efeito de estufa e provocando alterações climáticas que se reflectem em vários aspectos negativos de ordem natural e social. Efectivamente, a subida do nível médio das águas dos mares devido ao degelo, a alteração dos padrões climáticos e o aumento de fenómenos climáticos extremos, traduz-se em consequências dramáticas para a natureza em geral e para a espécie humana em particular. Desde a perda de habitações, de negócios, de dinheiro, enfraquecimento das terras e, mais importante, vidas, estas catástrofes afectam a população a nível pessoal, social e económico e ninguém neste mundo está imune.

Por isso, é sempre bom relembrar que o dia internacional sem carros é um dia muito importante porque percebemos que um simples carro pode contribuir bastante para o agravar daquela infeliz realidade. Então, neste dia tão especial, vamos fazer este mini sacrifício: não utilizarmos o nosso carro e sim andar a pé, de bicicleta, ou até mesmo de metro ou autocarro.

- Carolina Pinto, 10ºE.

Iniciativa da WWF sobre as emissões de carbono "automóvel" - China

Nova temporada.

domingo, 19 de setembro de 2010 · Temas:
O Geopalavras está quase de volta após um prolongamento das férias maior do que era previsto. Neste momento encontra-se em balanço e readaptação a uma nova realidade que promete... Há coisas que são para continuar, para reformular ou para simplesmente para acabar. Há também imensas ideias novas que requerem tempo, paciência e dedicação e o caminho terá de ser forçosamente por aí. Inovar é a palavra-chave. Até breve!

Dança da Juventude - Pablo Picasso.