Queridos alunos, embora pareça que me contradigo, afirmo aqui que há utilidade no uso de ferramentas de Inteligência Artificial, desde que estas não substituam a nossa imaginação nem nos transformem numa espécie de carrapato, dependente de uma ferramenta que faz tudo por nós, a qualquer hora.
Não obstante, na simulação de factos e fenómenos científicos, a Inteligência Artificial pode ser extremamente útil e é aí que verdadeiramente brilha. Para fazer o vídeo que simula o verdadeiro eclipse, usei o GPT na sua versão mais avançada. Submeti uma fotografia que tinha tirado com um drone há algumas semanas, indiquei a sua orientação geográfica e defini as condições do fenómeno. O resultado parece quase real.
Portanto, se não tens um par de óculos próprios para observar eclipses, nem te atrevas a olhar diretamente para o Sol. Vê o eclipse pela televisão ou utiliza um método de projeção: de costas para o Sol, deixa a luz solar passar por um pequeno orifício e projeta a imagem numa superfície clara, como uma folha de papel ou o chão. Nunca olhes para o Sol através do orifício. A curiosidade científica é para manter. A visão também.
