Estávamos a finalizar o módulo, o extenso módulo sobre a agricultura, quando surgiu a ideia de levar à paródia, algum do bolor acumulado nas semanas antecedentes. Ora, cremos ter conseguido um resultado saboroso, passado algures num latifúndio alentejano, onde a asa açoriana da família Grilo reencontrou a sua costela alentejana, migrada há muito para o «contenênte». Vejamos…
Mais Europa segundo o F.
A nossa ideia inicial não era criar uma atividade onde se proferisse um conjunto de curiosidades sobre o nosso continente, mas sim opiniões sobre a vida quotidiana em Portugal e, por consequência, na Europa. Mas o que ficou não nos desagrada; permite despertar da curiosidade a quem grava, e sobretudo a quem vê, para um mundo da geografia, dos pormenores históricos e demográficos, de um continente sem igual.
Sobre o passado mês de janeiro.
Os valores de precipitação registados pela estação meteorológica da ESL, mostram que janeiro foi um mês anormalmente seco. Registou-se precipitação em apenas 8 dias, 3 dos quais num valor abaixo dos 5 milímetros. Pouco, portanto, comparativamente aos valores registados em anos passados, que se apresentaram num valor em dobro.
Quanto à temperatura, não se verificaram grandes oscilações, sendo o valor médio do mês de cerca de 10,6ºC. Ainda assim, a ausência de chuva, causada por uma corrente de leste, condicionou as temperaturas mais baixas do início do mês, relativamente à segunda quinzena de valores mais amenos.
A Europa segundo o G.
Um blogue multifacetado como o Geopalavras, implica rubricas que o caracterizam e pautam. Nós temos várias: o Támal, o Alfaiate da Lixa, os Hiperlapses, as análises climáticas, ou até os Objetos estranhos em lugares inusitados. Esta que agora repescamos, 10 Segundos sobre a Europa, conta já com cinco edições em cerca de 8 anos de existência. É velhinha, mas nunca fez tanto sentido como no conturbado contexto europeu da atualidade e, por isso, é bem mais do que um simples exercício plástico, e uma forma de redescobrir a sorte que é viver no nosso continente.
Uma ideia de Cidadania.
Surgiu neste ano letivo uma nova disciplina no currículo do ensino básico e secundário, chama-se Cidadania e, pelo seu cariz prático e congregador em torno de uma ideia ou projeto materializável, faz lembrar a saudosa Área de Projeto, que tanto galvanizava os alunos. Sendo semelhantes, mais papel menos papel, a Área de Projeto traduzia-se em horas atribuídas a um professor e notas que se plasmavam na pauta de final de período. Em Cidadania inventam-se horas e o rosto do responsável dilui-se na figura do Conselho de Turma.
Ora, por sermos professores de um 10º ano de escolaridade do ensino regular, fomos desafiados a uma ideia de Cidadania, que passamos a descrever e que pode até motivar a outras ideias similares. Trata-se e um microfilme de 4 partes, de enredo simples e cenas minimalistas, sob o tema da discriminação. Chama-se “Maria”, que é também o nome da personagem principal.
Matraquilhos.
Numa altura em que se promove o Orçamento Participativo das Escolas correspondente ao corrente ano letivo, nada como destacar a grande aquisição do projeto vencedor do ano passado, uns matraquilhos. Vieram só neste ano, mas são já a nova diversão da escola. Entretêm miúdos e graúdos, provoca corridas para tomar a vez, e afina as fintas de pulso. A escola, as escolas, necessitam de muitos matraquilhos e talvez de um verdadeiro espaço para os alunos, onde aqueles possam ser jogados e convividos. Afinal, uma escola é uma escola, tem ritmos próprios e necessidades específicas; é assim no ensino, é assim no convívio.
