A questão do cariz prático nos cursos profissionais lecionados nas escolas secundárias é enorme, antiga e reconhecida por alunos e professores. Não obstante o reparo, e até por quem interessa, há reconhecimento de que se trata de um ensino completo, que faz aprender, proporciona atividades e soluções de emprego criativas.
Concorre a França!
Após Itália e Hungria, surge a França no roteiro do programa Erasmus. A viagem ocorrerá em novembro próximo (de 4 a 10), mas queremos concluir a nossa equipa de alunos o mais rapidamente possível, até porque já definimos os alunos a levar à Roménia, e temos imensas ideias para pensar e eventualmente desenvolver na semana de receção dos alunos italianos, cipriotas, húngaros, romenos e franceses, em maio do próximo ano. Mais, esta equipa será a responsável por outra semana fantástica, desta feita criada por nós, desdobrada entre a nossa região e Porto, cidade pela qual nos nossos parceiros tanto anseiam…
Assim, vamos selecionar 3 alunos do 10º ano de escolaridade, ensino regular ou profissional, que sejam um misto do seguinte: humildes, audazes, autónomos e criativos. Claro está que dominar um inglês “deserascante” é também importante, mas pela experiência acumulada, não o entendemos como o fator mais importante. De todo!
Ora, se estás interessado em viver a melhor semana da tua vida (e não é exagero), concorre. Pede um boletim de inscrição na receção da ESL, preenche-o e entrega-o junto da mesma até ao final do próximo dia 11 de junho. A audição a cada um dos candidatos decorrerá no próximo dia 14 de junho, no Pequeno Auditório da ESL, perante um júri de 4 professores.
Upa! Que incita o futuro.
Iniciamos com a Mónica uma série de entrevistas que tencionamos realizar ao longo destes dois próximos meses; tempos de decisões, sempre muito difíceis, sobre um percurso do qual raramente se tem certezas. A escolha de um curso, a passagem para o ensino secundário, ou aquilo que se segue após o fim deste ciclo, é sempre motivo de inquietação e por vezes, angústia.
Não obstante estarmos ainda agora a iniciar esta série de entrevistas, que lhe chamamos – Upa! Que incita o futuro. – já aprendemos que desistir é errado e voltar atrás é também uma excelente opção. Veremos o que se segue.
As notas e o vilão!
É verdade, está a chegar o momento em que os professores passam a ser os inimigos públicos da nação, porque podem estragar as férias ou, pior, o ingresso no próximo ano letivo da malta! Não se faz… Mas, se foste daqueles que carregou livros e trabalhou com método durante todo o ano, mesmo quando não apetecia nada… não terás que temer os vilões do final de época! Muito pelo contrário!
Contudo, põe-te “à atalaia” se és daqueles que acha que: estudar “muito” é coisa para acontecer na véspera, faz o “esforço” de evitar olhar para o telemóvel e para as horas que não passam, tens uma data de argumentos explicativos para os “azares” que as negativas obtidas nos testes traduzem. Se o és, então tens mesmo razões para temer o vilão que é orgulhosamente exigente. É por pouco tempo; depois vemo-nos por aí…
Missão desvendada.
Fizemos o impossível! Condensamos 7 dias em cerca de 2 minutos de película que permitem desentrelaçar pouco, muito pouco, de tudo aquilo que se viveu em Budapeste. Mas, depois deste segundo encontro de alunos, já nos é possível afirmar que estas experiências marcam pautam e traçam rumos de vida. Por isso, e pela importância, estamos já a desenhar todo processo de seleção de alunos, candidatos a participar nesta maravilha! Deverá ocorrer durante a próxima semana e em breve teremos novidades. Afinal, logo após o verão, surge a França!
Um prolongamento da primavera inicial.
Para este dia 1 de junho, dia da criança, é prevista «precipitação no Norte e Centro. Temperaturas inferiores ao normal para a época. […] Vento mais intenso no litoral oeste […] nas regiões do interior, condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada», isto segundo o IPMA.
De facto, a chuva que se arrasta há dias, e sobretudo a temperatura baixa para a época, não são não são comuns para o início de junho. Por norma, e nesta altura do ano, o anticiclone dos Açores desenvolve-se latitudinalmente, e não longitudinalmente como acontece, permitindo uma corrente norte atlântica, fria e húmida, que determina o estado de tempo atual e dos próximos dias.
