A iluminação artificial sorrateira, colocada no interior das maiores grutas nacionais, situadas em Mira de Aire, permite iluminar a beleza do calcário “incrivelmente” dissolvido, derramado, torcido e alongado pela água da chuva ao longo de milhares de anos. É algo que ainda hoje faz, molhando o belo rosto de quem contempla a sua obra de arte.
Um rio selvagem!
O nosso constante apelo à liberdade de um rio, prende-se com a beleza que aquele valor lhe concede, da nascente à foz. É assim o Paiva, seria assim com o Tua e o Sabor, e tantos outros rios estrangulados pelas barragens, que envelheceram de repente. No primeiro, e há pouco, percorremos os passadiços de madeira tratada que acompanham as suas derradeiras margens, usando o olhar próprio de quem contempla uma grandiosa obra de arte de arte.
E é disso que se trata: uma obra de engenharia que não fere a paisagem, acrescenta-lhe valor e abre possibilidades de contemplação, absolutamente inéditas.
Bigofotos 3!
É um caso sério de popularidade: as Bigofotos alastram implacavelmente e em todas as direções, não deixando ninguém indiferente… muito pelo contrário, deixam todos muito diferentes, ou se calhar até não.
Como poderão verificar, apanharam o dono da máquina, elementos da Direção do AEL e até encarregados de educação, no conforto e privacidade do lar! Mas, como não somos egoístas, e fazendo jus ao lema do nosso Erasmus: Your Rights Are My Rights, vamos também levar bigodes a terras húngaras, e ali implantar esta moda, que fará sucesso neste verão, e veremos como se sairão os magiares com os mesmos!
Missão: Porto.
O Porto é uma cidade de segredos, feita de uma imensidão de recantos, que facilmente inspiram o romancista à narrativa policial. Por isso, esta nossa Missão: Porto ali ter decorrido. Era óbvio! E foi o cenário perfeito para o deslinde de um mistério que se conta em três atos: este pequeno filme mudo, rodado por entre o granito e o ferro, e que agora se publica; algumas fotos-espia, obtidas na ESL, sobre o funcionamento da mesma; e um desafio final, em jeito de pergunta mistério, que lançaremos na apresentação da nossa equipa em Budapeste, terra de inspiração de toda esta ideia. Até breve!
Uma manhã desportiva!
É escandalosa a forma física de certos alunos… e não há rua ou avenida, subida ou descida, passeio largo ou caminho de terra batida, que não sofra as agruras das reclamações dos alunos mais preguiçosos e menos dados à ação desportiva. Enfim! Há, no entanto, honrosos casos de boa forma atlética que se manifesta na boa disposição (predisposição), dos visados.
Ora, isto tudo a propósito de uma manhã de maresia, passada em pleno forte de S. Catarina, Portimão, na qual alguém se lembrou de exercitar as tropas trôpegas, por mais uma noite ao relento, mas própria do fulgor da idade. Alguns, segundo as fotos, e dada a “soneira”, não chegaram sequer a alinhar, talvez por não perceberem o que se fez, ou melhor, o que estavam ali a fazer, ou até quem eram! Na verdade, um denominador comum a situações análogas na viagem maior do ano…
Monforte no interior nacional.
Aquando do último censo, Monforte, vila situada no interior no Alto Alentejo raiano, apresentava um enorme envelhecimento demográfico. Por cada jovem com menos de 15 anos, o concelho apresentava duas pessoas com mais de 65. Voltados sete anos, é provável que definhamento demográfico se tenha agravado, a par de todo o interior nacional, que necessita urgentemente de ser repensado.
