O relatório da Inês.

sexta-feira, 13 de abril de 2018 · Temas: ,

Há vários de calibre idêntico que poderiam constituir esta publicação, mas decidimos pelo relatório que a Inês Lopes (e no qual interviemos muito pouco) fez sobre uma certa volta a Portugal. Os factos relatados parecem quase propositados, fictícios, mas não. São verdadeiros e constituem-se no relato de quem viveu intensamente 5 dias de uma experiência única, talvez única numa vida, pelos moldes em que assentou. O que Inês sentiu, é comum aos restantes navegantes, todos, e que a propósito, se dispõem a alimentar, literalmente, a recordação.

Inês1a

- por Inês Lopes

Segunda-feira, dia 2 de abril, pelas 8:30h; estávamos todos reunidos na portaria da escola, ansiosos pela viagem que adivinhava, sem imaginar o tempo bem passado voasse…

Inês2a

Todos felizes e receosos, entrámos no autocarro e a “barafunda” iniciou-se. Os risos histéricos de felicidade e a música que saía da coluna (que dava muito má música, por sinal), formaram uma simbiose que nos acompanhou até às primeiras paragens. A primeira foi em Espinho, onde só estivemos cerca de 15 minutos. Foi o bastante para eu comer o meu “manhazito” à beira da praia e voltar para o autocarro.

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Portugal.

quarta-feira, 11 de abril de 2018 · Temas: ,

Roubamos uns textos ao Torga e fizemo-los acompanhar de um vídeo, o possível, sobre uma enriquecedora viagem por Portugal Continental, votada a sul do Douro. E fizemo-lo porque não acreditamos que, esteja lá onde ele estiver, este texto de amor à terra, escrito há décadas, se confine apenas a um pedaço da nossa “maravilhosa” nação. De certo que não. Afinal, da nossa viagem, que apenas não passou por aquele reino, sente-se que as palavras se adequam a todos os outros que cruzamos, vivemos e adoramos!

«Vou falar-lhes dum Reino Maravilhoso. Embora muitas pessoas digam que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo. O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração, depois, não hesite […]».


Miguel Torga, 1941 – Congresso sobre Trás-os-Montes.


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A força de um momento.

segunda-feira, 9 de abril de 2018 · Temas: ,

No delírio de uma viagem que nos deu um país inédito e profundo, há um momento que nos marcou, tal como marcam os primeiros beijos, certas palavras, uma carícia, ou um momento de ternura. Em Monforte, à porta de uma mercearia que disfarça a solidão do tempo, encontramos um casal de octogenários cuja razão de viver reduz-se à beleza de se terem um ao outro.

Monforte

A ternura do par enamorado, a lucidez do seu discurso amargurado, e a avidez do mesmo, mexeram com os nossos diabos internos que procuram, há muito, entender-se sobre uma possibilidade assim.

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Entrevista, que o mundo responde!

· Temas: , ,

Ora aqui estão umas desenrascadas reportagens de telemóvel e escova de dentes em mão, obtidas ao abrigo de um “espanhol” muito fajuto, mas de belo resultado, pelo menos hilariante… Foram realizadas a uns divertidos alunos universitários de Erasmus, daqueles ganham mundo quando se aventuram em terras estrangeiras (se bem que as paisagens das filmagens faziam lembrar a Refontoura, mas vamos acreditar que não!).

Ora, como qualquer internacional, a adaptação a uma nova realidade é um processo lento e de aprendizagem: gastronómica, cultural e até mental. Foi isso que os nossos “pequenitos” do oito D nos realizaram com este “mundo responde!”.

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Lost in translation.

domingo, 1 de abril de 2018

Perdoem-nos o uso de vocábulos estrangeiros como título, sobretudo numa língua prodiga como a nossa, mas o divertidíssimo conjunto de vídeos colados, falados em “espanholês” e algo próximo do francês, realizada pelos nossos “melros” do oito D, recorda-nos o filme de 2003. Nele, tal como neste pequeno trabalho de cerca de 7 minutos sobre as diferenças culturais do nosso mundo, é evidente a dificuldade de comunicação das personagens, dada a diferente língua e diferenças culturais.

Em função da cultura e contexto onde se inserem, os atos possuem diferentes conotações e podem ser uma barreira de comunicação. «Por exemplo o facto de um japonês considerar que não conseguir fazer uma tarefa é uma desonra é em muitos casos incompreendido pela cultura ocidental».


Fonte: http://www.imdb.com/title/tt0335266/

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