À medida que crescemos, refinamos também o nosso conceito turístico e damos cada menos valor ao ver e marcar presença, em prol da experiência, da sensação. Para nós, e por outras palavras, os lugares comuns, próprios das massas, já não rivalizam com os becos medievais, um bom café mesmo no centro de da cidade, e por entre os seus habitantes, ou a simpatia do dono de uma pizzeria a sério, quente e acolhedora, que proporciona conversas que nos fazem esquecer o tempo. Foi o caso…
A cidade de Pisa é perfeita para o ensaio desta abordagem turística, que se vive pela experiência e não pela conquista da fotografia. De tamanho pequeno e gente afável, faz-nos recordar o nosso Porto, e a sensação que provoca nos estrangeiros que a visitam, recomendam e voltam a revisitar.
