«Um dia acordei... numa tribo tropical…». Ora aqui está um excelente trabalho da Ana Filipa do sétimo A em resposta ao tema desafio lançado pelo Geopalavras – e se eu vivesse num bioma diferente do meu. Excelente!
Os biomas do sétimo B.
Depois da proposta feita, eis que surgem as imaginativas interpretações do quotidiano nos vários biomas terrestres. Pela amostra, há de tudo! Precauções com picadas de mosquitos, mordidelas de cobra, descrições sobre a estranha alimentação de esquimós e outros indígenas, enfim, um verdadeiro livro de instruções para quem se queira habilitar a visitar tundras, savanas ou mesmo florestas equatoriais!
- André Mendes, 7ºB.
Eu vivo na floresta temperada-mediterrânea, mas onde eu gostava mesmo de viver era na floresta equatorial. Eu gostava de viver lá, porque nela existe uma grande diversidade de animais e plantas e eu adoro a natureza.
O meu dia-a-dia lá seria feito a partir da exploração da floresta. Aposto que encontraria coisas que ninguém encontrou até hoje! O pior de tudo era que eu tinha que ter muita proteção para com doenças que existem nesses locais. Sim, porque nas florestas não existem apenas plantas e animais desconhecidos, infelizmente existem doenças estranhas e perigosas tal como a malária.
Portugal nos Jogos Olímpicos 2012.
Não sei se sabem, mas estamos a cerca de um mês do início dos Jogos Olímpicos, que são supostamente o evento desportivo mais importante do ano. Contudo, e apesar da presença nacional em várias modalidades daquele evento, o destaque que a imprensa nacional lhe tem dedicado é quase nula. De facto, até o futsal ou mesmo o surf – duas modalidade com um enorme historial no panorama desportivo nacional – usufruem de maior destaque por parte da nossa RTP…

Ora, este desinteresse parece ter uma ou duas explicações. Em primeiro lugar, o reduzido número de atletas nacionais, com mínimos desportivos capazes de os levar a Londres (para já são cerca de 80 em apenas 13 modalidades). Em segundo, e citando Vicente Moura, o presidente do Comité Olímpico Português, «temos o mais baixo índice de atividade física na Europa, temos o mais baixo índice de atletas federados da Europa [o que nos salva é o futsal e o surf…]».
Ainda segundo este responsável, «não há plano de deteção de talentos, não há plano integrado de desenvolvimento desportivo». Por estes motivos, resta-nos a partir de 27 de Julho, assistir sem grandes esperanças lusas a mais uma olimpíada e torcer para que um dia o futsal e surf dela façam parte.
Biomas.

Primavera Sound.
Já aqui escrevi sobre o assunto mas volto a refirmar ainda com mais vigor: o Porto está definitivamente na moda e arrisca-se a entrar no roteiro de interesse turístico e cultural europeu. A potencialização do aeroporto, o emergente dinamismo cultural e a oferta hoteleira de baixo custo, tornam o Porto numa cidade barata, divertida e acima de tudo com imenso carácter. De facto, o que cá se vê e se passa, e a maneira como se faz, é de tal modo genuíno que até parece propositado.
A este propósito, “pesquei” alguns vídeos promocionais do Primavera Sound (editados pelo fabuloso Canal180) que fundem, tal como não podia deixar de ser, a promoção do festival com a promoção da própria cidade.
Um circo à volta da seleção.
Confesso que não nutro muita simpatia pelo estilo de Manuel José mas concordo em absoluto com o que disse num entrevista à TSF sobre a nossa seleção nacional de futebol: «Anda um país inteiro atrás de uma seleção que passa a vida em festas e mais festas e charretes. É um circo autêntico».

«Não estou nem pouco mais ou menos optimista. Mas é a realidade […] Isto parece um circo à volta da seleção. Fiquei com a ideia no jogo com a Turquia que estavam a transmitir imagens de jogadores a serem massajados. Isto não pode acontecer de forma nenhuma. Parece o 'Big Brother'. Não acho que estejam criadas as condições para obter sucesso […] Tenho o maior respeito e simpatia pelo Paulo Bento, mas acho que, talvez devido à juventude, se está a deixar levar. Nunca deveria de ter permitido isto. Os jogadores têm de estar conscientes e concentrados no seu dever e no que sabem fazer, que é jogar futebol. Com este circo todo é evidente que eles não se concentram, mas mesmo sem isto, Portugal não é favorito. Não temos a equipa do passado».
