«Com a conjuntura financeira e económica actual, Portugal e o resto do mundo tem assistido a um descalabro das finanças globais em que não encontramos excepções. Num destes casos encontramos a Grécia, que entrou num processo de “bancarrota”.
Como vivemos numa união, onde os cooperantes desta grande sociedade vivem na esperança de manterem uma economia próspera e com resultados práticos, temos obrigação de nos ajudar mutuamente. Para tal, a UE disponibilizou um fundo de ajuda, juntamente com o FMI, para resolver o imbróglio helénico.



