Bourdain no Porto.

domingo, 6 de agosto de 2017 · Temas: , ,

Anthony Bourdain é um repórter que apresenta, presentemente, uma série dedicada à descoberta gastronómica e etnográfica. Trata-se de uma produção da CNN, chama-se Parts Unknown, e um dos últimos episódios transmitidos, já no mês passado, foi sobre o Porto.

Pandilha - Boudain - Porto

O repórter, chef e escritor, relatou sobre o Porto algo com o qual nos identificamos profundamente e faz a diferença: a tradição. O Porto ainda vai sendo uma cidade de tradições gastronómicas e sociais, com gentes “sem papas na língua”, que fazem a diferença em relação ao que existe no estrangeiro.

Daí o magnetismo da cidade e da região, que prenderam o apresentador à sua Baixa, aos tascos e casas de pescadores, ignorando o moderno e pseudo-gourmet. É um episódio a ver e conservar (dado o interesse, publicamos o episódio na nuvem).

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Por volta de dezembro de dois mil e catorze.

quarta-feira, 26 de julho de 2017 · Temas: , ,

Esta amálgama de vídeos vai levar alguns à nostalgia ou, então, à consciência daquilo que: foram / são (riscar o que não interessa). É hábito nosso alimentar estas tradições, não só por aquilo que representam na nossa cultura, mas, sobretudo pela recordação do momento, que agora revisitamos. Foi um achado! Estes vídeos estavam misturados com as fotografias que publicamos por volta do Natal de 2014, e ali permaneceriam, inéditos e valiosos, caso não estivéssemos em arrumações...

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Acorda, Pandilha! Começa hoje o verão!

quarta-feira, 21 de junho de 2017 · Temas: ,

Em termos climatológicos, o verão já começou há muito, aliás como acontece todos os anos. Contudo, e de um ponto de vista astronómico, esta estação do ano só se inicia hoje, pelas 5:24H, e no hemisfério norte. É o dia em que o nosso astro rei se levanta mais cedo, se deita, mais tarde, fazendo-se passear durante mais tempo acima do horizonte.

S. João Pandilha

Este fenómeno, conhecido há milénios, levou os nossos antepassados a erguer monumentos megalíticos, ou a desenvolver rituais e tradições, que se perpetuaram até aos nossos tempos. O nosso São João é um excelente exemplo da manifestação popular dos mesmos, e a Pandilha vai tentar explicá-los.

Não há S. João sem alho-porro e ramos de cidreira, que perfumam o ar carregado de orvalhada, na noite mais festiva do ano. Aqueles dois elementos fálicos, o primeiro remetendo para o homem e o segundo para a mulher, coincidem na sua maturação biológica, por esta época do ano, e daí a sua fácil adoção ritual.


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Dançar na fogueira de S. João!

terça-feira, 20 de junho de 2017 · Temas: ,

Desculpem-nos a aparente sobranceria, mas não há melhor festa do que o “nosso” mágico S. João! Aquele que enche as ruas de gentes e as perfuma de cidreira e manjerico; aquele onde os cordões de juventude serpenteiam a multidão; aquele que nos põe a dançar nos bailaricos, onde se juntam novo e velho, rico e pobre, português ou estrangeiro; aquele decora o céu com desejos brilhantes; aquele da sardinha assada, boroa de Avintes e caldo verde; aquele das farturas nas Fontainhas e do fogo na Ribeira! Este é o nosso S. João!

Jules Breton - La Fête de la Saint-Jean - 1875 (Musée des Beaux-Arts de Philadelphie)

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Adoramos manjericos!

segunda-feira, 19 de junho de 2017 · Temas: ,

Adoramos manjericos pequenos, discretos, mas que sobretudo nos façam rir com a chuva e pensar pelo calor do verão. Sapatilha, sola ou tacão,  desde que tenham iniciativa, cá estamos nós para os apoiar, mesmo sem deslumbrar, tal como esta espécie de “prosa-rima” fatela, está a ficar. Aiiiiiii!

Manjerico 1


Na fogueira dos teus olhos
Foi grande encanto meu bem
Entreguei o meu coração
Para não ver mais ninguém

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Luto nacional.

O luto é um exercício de reflexão, necessariamente doloroso. É um processo que desencadeia, ao mesmo tempo, um fim e um início. Quem por ele passou, entende-o e nele reconhece a impossibilidade da sua ultrapassagem, aquela que adia, ou perpetua, a dor que não se pode transpor.

Sem Título-4

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Abraços felizes!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016 · Temas: ,

Quando fotografamos estes abraços, tínhamos a ideia de os pousar por aqui, muito levemente, e deixá-los falar por si. Mas não conseguimos, não resistimos. E não conseguimos porque é Natal, e o Natal é, acima de tudo, uma celebração do abraço, aquele que aperta muito e tira a respiração.

AbraçosFelizes-042

São assim presentes, estes abraços, que presenteiam quem deles participa ou, simplesmente, os observa e neles vê muito mais do que um gesto. Feliz Natal!

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Magusto do CEF.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016 · Temas: ,

O magusto é uma festa popular de raiz ibérica, que coincide, sobretudo, com regiões frias e húmidas, de maior proliferação de soutos, e da respetiva castanha, semente do ouriço. A este determinismo natural, a tradição tratou de efabular o ato de assar ou cozer a castanha, que não é mais do que uma forma alegre de confraternização em torno de umas das inúmeras dádivas das colheitas outonais.

MagustoCEF-007

Pelo país inteiro, são várias as escolas e coletividades que celebram o magusto, assando e embrulhando as enfarruscadas castanhas num cone de papel pouco nobre, mas apropriado, perpetuando, afinal, uma tradição bem nossa.

O CEF fê-lo no passado dia 14, na ESL, com a colaboração dos seus professores e o alto patrocínio da Direção do AEL.

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Recordações de um Bar Fumegante.

terça-feira, 1 de novembro de 2016 · Temas: , ,

No mundo cinematográfico há uma expressão que se refere ao conjunto de variáveis que contribuem para alcançar o desejado desenho e recorte de uma cena; trata-se da expressão francesa mise-en-scène e, de certo modo, aplica-se àquilo que a turma CEF, e os seus professores, conseguiram nesta passada segunda-feira, com o Bar Fumegante.

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Todo o cenário montado e enquadrado nos temas halloween / dia de los muertos, partiu de uma ideia inicial: criar o palco perfeito para os alunos de CEF, de serviço de mesa, aplicarem alguns conteúdo teórico-práticos.

A ideia foi sendo alimentada através de um fórum criado para o efeito (e que o serviço de emails da ESL, da Google, permite), por correio eletrónico e algumas conversas pontuais, provando que com engenho e contemporaneidade, o plano teórico pode perfeitamente ser concretizado sem reuniões cansativas e muitas das vezes estéreis. De facto, a cada ideia ia sendo acrescentada outra, e todos sentiram a necessidade de contribuir. Foi muito bom, e a repetir uma “coisa” igual, este será definitivamente o meio.

Quanto aos nossos alunos, temos certeza de que se esforçaram por bem servir quem ousou a ser servido. Sabemos que eles assustam, mas nem tanto… Na verdade são bons “miúdos”, são é muitos! E nós, muito poucos!

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Deliciosamente assustador!

Depois de uma semana de sustos fotográficos, e dada a qualidade assustadora dos resultados, prometemos voltar a ousar fazê-lo a propósito de outros temas que pautam o nosso calendário festivo. Isto, até porque percebemos muita imaginação e irreverência estudantil perante a vertigem da máquina fotográfica.

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Quanto aos sustos propriamente ditos, digamos que mais nos fizeram rir do que assustar; e na verdade, não esperávamos muito diferente, muito embora tivéssemos sido agradavelmente surpreendidos por homens de capacete, conjuntos com gestos brejeiros, e até mesmo fotografias tiradas de costas, imagine-se!

Fica então prometida uma exposição na Biblioteca da ESL, a juntar a um pequeno clip que estamos a editar e que reúne as 600 fotografias obtidas ao longo de 4 dias.

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Meia volta no Bar Fumegante.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016 · Temas: ,

Esta projeção tridimensional é uma pequena amostra do que foi o Bar Fumegante, e daquilo que ainda se pretende fazer, que tanto orgulhou a esforçada equipa de professores da turma CEF da ESL. E se os morcegos esvoaçantes decoravam o cenário na perfeição, os Dráculas e as Noivas Mortas tratavam dos sustos ao cliente corajoso.

bar fumegante by geopalavras on photosynth

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Delícias assustadoras!

terça-feira, 25 de outubro de 2016 · Temas: , ,

Decidimos neste ano letivo, captar a “careta” dos diabretes que pululam por toda a escola, sobretudo durante os complicados intervalos junto ao bar, nos corredores ou até mesmo na reprografia. Trata-se de uma espécie de expedição cientifica, ao género daquelas que partem para a selva amazónica e fotografam todo o tipo de bicharada, alguma com mais 12 patas e bastante estridente…

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Ora, nesta nossa missão não contamos com “coisas” assim tão providas; ainda assim, prevemos “apanhar” alguns sustos, mais ou menos previstos, e até bem-vindos, em conjunto ou individuais, com os quais faremos uma exposição com o seguinte título: A estridente Fauna e Flora dos intervalos da ESL; é, definitivamente, um sucesso garantido que marcará todos os intervenientes!

Delícias Assustadoras 2

Portanto, para fazeres parte deste sucesso, passa pelo corredor que ladeia a biblioteca da ESL e, sensivelmente a meio, verás uma delimitação azul assinalada no chão. Dentro dela, e durante os intervalos, poderás dar o teu melhor, individualmente ou em conjunto, fazendo uma bestial “careta”, apropriada à quadra próxima, para a câmara que dispara de 1 em 1 minuto.

As fotografias obtidas, as melhores e mais assustadoras, serão expostas ao longo das vitrinas onde decorre a atividade, e também aqui no Geopalavras, numa hiperligação que criaremos para o efeito e estará em destaque no topo o blogue. Bons sustos!

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S. Torcato e os seus moinhos.

sexta-feira, 20 de maio de 2016 · Temas: ,

Neste ano de chuva pródiga, toda a envolvente ao santuário de S. Torcato, ex-líbris da freguesia homónima de Guimarães, surgiu-nos sulcada por ribeiros, riachos e pequenos regos bem vivos, que alimentavam hortas, vinhas e moinhos, num cenário surpreendente e não distante, onde os alunos do curso de turismo da ESL realizaram um percurso pedestre e sinalizado, de responsabilidade camarária.

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O percurso começa na imponente igreja que domina todo o santuário. É um projeto começado em 1868, cujo desenho alemão foi orientado pelo arquiteto portuense Marques da Silva, numa fusão entre o gótico e o manuelino. Considera-se que a obra ainda não está acabada, e a prova está no espartano interior, que não coincide a magnitude das duas torres que compõem a igreja.

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O seu maior tesouro é o “corpo do santo”, uma relíquia que permanece dentro de uma de vidro, e alimenta um interessante culto em torno deste padroeiro da dor de cabeça. Reza a lenda que o corpo deste evangelizador, morto por mouros, foi encontrado intacto num bosque, e por entre a vegetação e as pedras, brotou uma fonte caudalosa que ainda hoje se conserva, conhecida como Fonte de São Torcato. O santo, pré-românico, não é oficialmente reconhecido pela igreja, nunca foi canonizado, mas faz parte da identidade das pessoas da região.

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Ligeiramente a sul, numa enorme várzea, onde se reúnem as águas que drenam todo aquele couto de S. Torcato, encontramos o campo da ataca, localização aproximada do local onde o nosso fundador iniciou a Batalha de São Mamede e iniciou o processo da independência de Portugal rumo ao sul.

O percurso, circular, atravessa também vários moinhos, alguns ainda no ativo, outros em ruina, entremeado por bouças de carvalhos assentes em terra húmida, onde a natureza nos surgiu  muito bela, frágil, mas senhora de si mesma.

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E que aprendemos com esta jornada de 8 quilómetros, que culminou, já depois do almoço no alto da Penha? Muita história, imensa geografia, sensibilidade ambiental, e uma perceção da função iminentemente turística, e potenciadora, de um percurso turístico.


Fontes: Jornal Público (Julho de 2010) // Wikipédia // Antepassados em Guimarães

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Festivais e celebrações britânicas.

sábado, 14 de maio de 2016 · Temas:

As ilhas britânicas, pela riqueza da sua história, incorporada ao longo de séculos, o cruzamento de povos, e pela marca indelével da geografia e clima, oferecem uma riqueza cultural enorme, manifesta em inúmeras tradições e superstições, algumas absolutamente globalizadas, que ousam a bizarria e assumem o caráter tipicamente insular deste povo britânico (muito embora o mapa se reporte apenas ao Reino Unido).

Tradições Britânicas

Os ingredientes para esta profusão são muitos: a insularidade, que conservou as tradições até à atualidade, o paganismo dos povos ancestrais, um clima raro em sol, o mar envolvente,  e um profundo folclore que mistura duendes, gigantes e elfos, que fez nascer celebrações e tradições deliciosas, muitas delas autênticos produtos turísticos da atualidade. O mapa, publicado pelo The Telegraph, é uma compilação das mesmas, e oferece hiperligações que as expandem com imagens, vídeos e outros tipo de informação.

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As raízes das línguas.

segunda-feira, 7 de março de 2016 · Temas: , ,

Encontramos um pouco por acaso esta infografia num Web Comic que acompanhamos, e que nos mostra numa imagem animista, as ramificações de diversas língua antigas, nomeadamente as famílias: uralo-altaicas e indo-europeias, sendo desta última que se ramifica no nosso português. Contudo, atente-se que estas duas famílias representam apenas uma parte das línguas faladas em todo o mundo, nem por isso a maior, mas que contempla o maior número de falantes. 

Raízes da Linguagem


Fontes: Wikipédia // sssscomic.com

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Postais de natal: oitavo b.


O Geopalavras acaba de editar 4 postais de natal com alguns dos mais famosos figurões da ESL… que se passam a publicar a longo desta véspera de natal, por ordem alfabética. Ah!Aconselhamos vivamente que sua visualização se faça bem antes da consoada, não vá alguém se engasgar com o bolo-rei! Bom Natal!

oitavob

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