Cabos submarinos.

domingo, 9 de outubro de 2016 · Temas: ,

Sem os cabos submarinos, o mundo não comunicava da mesma forma e, sobretudo, à velocidade que o faz atualmente. De facto, basta pensar na demanda de dados digitais que uma pequena família, de um pequeno lar anónimo, numa das nossas cidades, exerce, e que permitem visualizar filmes, navegar na internet, nas redes sociais ou ver televisão, que facilmente percebemos como o mundo, nós, está dependente de um gigantesco fluxo de dados digitais.

Cabos submarinos

Não obstante as constelações de satélites de telecomunicações assegurarem parte da transmissão de dados, são os cabos submarinos que realizam a maior parte daquela função. O mapa mostra a expansão dos cabos submarinos desde 1990, que rapidamente esgotaram a sua capacidade de resposta, e uma explosão recente, acompanhante das necessidades do mercado audiovisual atual, marcado pelo aluguer e visualização de filmes e séries televisivas online, altamente consumidor de dados.


Fonte: Quartz

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A “nuvem” ilimitada e o novo email do AEL.

terça-feira, 4 de outubro de 2016 · Temas: ,

Este é um artigo de tom caseiro, que surge na sequência da contratualização do Agrupamento de Escolas da Lixa pelos serviços da Google, que agora fornecem e gerem o seu serviço de email e derivados. São sobretudo estes últimos, que nos motivam à edição deste tutorial, nomeadamente a nuvem virtual associada, a Google Drive, que por ser premium, não está limitada aos 15 gigabytes, oferecendo assim uma capacidade ilimitada.

Assim, como potenciar esta fabulosa ferramenta, que inclusive poderá servir como backup da imensidão de documentos, fotografias e vídeos que esgotam o nosso computador? É simples e para isso sigamos estas pequenas sugestões:

Primeiro, instalar a Google Drive Desktop: devemos obter a ferramenta Google Drive para o ambiente de trabalho. A sua instalação cria um ícone que fica alojado, por norma, na barra de tarefas (canto inferior direito do Windows), e uma pasta denominada por Google Drive, cujas alterações no nosso computador, refletem-se na drive virtual; isto, desde que o nosso PC seja ligado à  de Internet.

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Ou seja, se estivermos a “trabalhar” na pasta Google Drive presente no nosso PC, todos os ficheiros e ou pastas que nela criarmos, apagarmos, ou editarmos, refletir-se-ão na nuvem  de uma forma idêntica. Esta facilidade é ótima para quem trabalha em diferentes PC´s, garantindo, por exemplo, que o documento A, editado no computador 1, possa ser aberto no computador 2, em total sincronia.

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Ouro para a MeteoESL.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016 · Temas: ,

No passado mês de agosto foi atribuído à estação meteorológica da Escola Secundária da Lixa o certificado de “Goldstar Station”. Trata-se, segundo o sítio Weather Underground, onde a nossa estação aloja os dados, de um “carimbo” atribuído às estações meteorológicas que, durante 5 dias seguidos, ultrapassem positivamente um processo de controlo de qualidade sobre os dados climatológicos.

CertificadoMetoESL

Investigamos e descobrimos também que algumas estações meteorológicas vizinhas, situadas no noroeste de Portugal Continental, haviam beneficiado da mesma atribuição, que passa pelo cumprimento do seguinte:

«neighbor check» (comparação da temperatura entre estações vizinhas); «stuck sensor check» (se os valores aumentam ou diminuem muito depressa); «range check» (valores de acordo com a região onde se insere a estação).

Mapa

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Cinco Cidades.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016 · Temas: , ,

Deparamo-nos hoje com um interessante projeto de recolha e documentação de sons ambientais citadinos, realizado em 5 cidades nacionais. Desde o som do metropolitano ao tocar de uma banda filarmónica, a recolha georreferenciada permite pôr a tocar, ao mesmo tempo, vários sons, cujo resultado é a harmonia própria da cidade.

Cinco Cidades

Inclusivamente, é-nos possível  realizar uma mistura sonora, e disponibilizá-la para ser ouvida pelos internautas que visitarem este projeto: Cinco Cidades.

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Negócios pokémonianos.

domingo, 24 de julho de 2016 · Temas: ,

Investigamos um pouco sobre os negócios surgidos com o Pokémon Go, um jogo viral que se calcula já ter sido jogado por cerca de 10% da população nacional. Atendendo ao facto de o jogo ter surgido oficialmente há pouco mais de uma semana em Portugal, é impressionante o ritmo de negócios desde então surgiram. São provavelmente fenómenos efémeros, tal como o próprio jogo será, quando o tempo arrefecer,  que no entanto não deixam de provar que há uma geração atenta, criativa e capaz, que dá resposta ao apelo da moda tecnológica.

Imagem2


Fontes: NIT // Jornal de Negócios // JN // Observador // Record // Dinheiro Vivo

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Treinadores de uma fórmula de sucesso.

segunda-feira, 18 de julho de 2016 · Temas: ,

Os números e os factos do sucesso do Pokémon Go não param de impressionar. A imprensa e a televisão falam do assunto, há legiões de praticantes um pouco por todo o mundo, mapas sobre a ocorrência dos pokémons, e até psicólogos a afirmar que o jogo tem potencial para debelar problemas de ansiedade e depressão. Não deixa de ser curioso, que o isolamento alimentado pelas “máquinas”, possa agora ser suavizado pelas mesmas, desde que usadas de um outro modo.

Pokemapper

Mas o sucesso ainda está no início, isto se tivermos em conta que só há pouco a aplicação oficial foi disponibilizada pela Niantic em vários países europeus, inclusivamente o nosso, na sexta-feira passada, faltando por exemplo os colossos demográficos da América Latina e a Asia.  Contudo, “googlando”, encontra-se já imensa informação, truques, fóruns e, desconfiamos, não tarda nada e surgirá um ou dois romances, uma série televisiva e um filme, duvidam?

Uma informação interessante, para quem quer levar este fenómeno a sério, e não como um ato de lazer e descontração, é determinar a ocorrência dos pokémons. Os vulgares, todos com nomes muito engraçados: Doduo, Oddish, Paras, Zubat, entre muitos outros, parecem ocorrer atendendo a fatores como densidade populacional, a paisagem envolvente e marcos históricos e ou geográficos próximos, determinados pelos servidores da Niantic.

Para poder “capturar” com maior facilidade os nossos amigos virtuais, e depois treiná-los e com eles combatermos nos “gyms” contra outros pokémons, há uma série de poderes que podem ser adquiridos e ou ativados, cujo preço varia entre os 0,9 aos 99,99 euros. Afinal, e em última análise, não nos esqueçamos que esta é uma aplicação comercial, que visa o lucro.


Fontes: Niantic // The Independent // Pokemapper

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O Pokémon Go já anda por aí!

sábado, 9 de julho de 2016 · Temas: ,

Havíamos sugerido o Pokemon Go como passatempo de verão, há umas semanas, quando ainda se anunciava o seu lançamento para o corrente mês. Aconteceu entretanto; a euforia foi muita e, segundo sites dedicados a estas novidades tecnológicas, os servidores da Niantic, empresa que desenvolveu a aplicação para a Nintendo, colapsaram, pois não estavam preparados para absorver com os acessos da aplicação que tivesse sido instalada de uma forma não oficial, como terá acontecido em Portugal.

Portanto, esta aparentada do geocaching, promete fazer caminhar, rastejar e trepar árvores, dando, sobretudo às camadas mais jovens, um novo sentido ao telemóvel, não o reduzindo a uma máquina fotográfica de “selfies” e respetiva publicação. Mexam-se, arre! 

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Ideia de verão número 3.

segunda-feira, 4 de julho de 2016 · Temas: ,

Com a nossa terceira ideia para o verão, vais poder elevar o teu cão, gato, galinha, cágado ou pacote de bolachas de estimação a uma “coisa” famosa... Ah! e não vale pássaros presos gaiolas, pois não achamos que assim tenha de ser. Ora, e como é que vamos fazer concretizar tal façanha? Simples, com o Photosynth!

jarros. by geopalavras on photosynth

Primeiro terás de te registar aqui; depois procura definir o teu alvo fotográfico e lembra-te que é muito conveniente que ele se mantenha estático durante a sessão fotográfica, pelo menos uns segundos. Se quiseres fotografar uma “coisa” de 4 patas, ou mesmo duas, será conveniente pedires ajuda ou então leres o livro do Dr. Karl Weissmannum que nos ensina a hipnotizar galinhas e outros bichos. Portanto,  a opção mais fácil talvez seja fotografares um pacote de bolachas ou uma lata de atum pois, normalmente, não se mexem muito...

Já com as fotografias em torno (um círculo) do teu “alvo” obtidas, procede ao seu upload para o Photosynth, que passados uns segundos ficas com uma imagem tridimensional muito porreira para colecionar e divulgar nas redes sociais, por exemplo. Podes mesmo criar subtemas: edifícios, animais, etc., e fazer um coleção bem fixe! Quem é amiggoooo?!

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Ideia de verão número 2.

segunda-feira, 27 de junho de 2016 · Temas: , ,

Com esta segunda ideia estival, desafiamos-te a perscrutar o céu noturno, na imensidão do verão. É um espetáculo belo e gratuito, para o qual terás apenas de fazer um pequeníssimo trabalho de casa e de te munir de algumas ferramentas gratuitas: uma carta celeste, software e caderno de apontamentos.

Assim, a primeira coisa a fazer é consultar o estado de tempo para as próximas noites, visto que o céu limpo, com vento de leste (isto para o continente), são premissas importantes para SkyMapsa observação dos céus noturnos. Deverás também procurar saber um pouco daquilo que se irás “passar logo à noite”, “tipo” quem ainda olha para a programação da TV ou o cartaz do cinema, e obter, para o efeito, uma carta celeste mensal ou similar. Por último, no GooglePlay, escolhe uma das várias aplicações à disposição, instala-a no teu telemóvel, carrega a bateria, define o brilho máximo, ativa o GPS, e faz uma experiência diurna. 

Depois do trabalho de casa feito, surge a melhor parte: o céu noturno interpretado e traduzido por software. Para isso deverás “chatear” a “molécula” dos teus pais e convencê-SkyView Aplicação Androidlos a levar-te a um local bem escuro e seguro, já depois do sol posto há horas. Leva uma toalha de praia, deita-te na relva ou areal, afasta-te das luzes, eleva o telemóvel e aprecia o espetáculo!

Ah! aponta num bloco de notas o que observaste e o que te intrigou (se necessário, desenha); inclusivamente, poderás fazer uma espécie de lista com astro-objetivos, procurando saber um pouco mais sobre cada uma das constelações, estrelas e ou planetas observados. Diverte-te!

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Geocaching, Ingress e Pokemon Go.

segunda-feira, 20 de junho de 2016 · Temas: ,

Os últimos dias de sol, quase pleno, e o gradual aumento da temperatura, são um bom prenúncio para o verão deste ano, que chega logo à noite, pelas 23h34min, e do qual se espera firmeza, mas sem exageros!

E se a época estival é sinónimo de praia, caminhadas e Geocaching, sobre o qual já muito escrevemos aqui no Geopalavras, também poderá sinónimo da prática do Ingress e do Pokemon Go.  E o que são? Aparentadas do Geocaching, trata-se de duas modalidades lúdicas e desportivas, baseadas na realidade aumentada, proporcionada, por exemplo, pelos smartphones, quem têm uma base real. Isto é, teremos de palmilhar imenso para competir, e o telemóvel é a ferramenta.

Ingress no smartphone (aspeto)

O Ingress já existe desde 2012, e conta com milhares de praticantes a nível mundial que se posicionam numa de duas equipas rivais: os Enlightened e a Resistance. O objetivo de ambas é conquistar, virtualmente, terrenos reais, através da captura de portais virtuais, por vezes afastados quilómetros entre si, e possíveis de encontrar através da realidade aumentada proporcionada por uma aplicação para Android ou IOS. A triangulação destes portais traduz-se num território conquistado, pelo que o jogo de equipa é fundamental: chegar ao ponto x (portal) e capturá-lo, antes dos elementos da equipa rival.

São batalhas agendadas, disputadas sobretudo em meio urbano, que provocam uma sadia Encounter0competição, a usufruição pelo espaço aberto e o exercício físico, que inclusivamente já tiveram lugar no Porto, há cerca de um ano e meio.

Perante o sucesso do conceito, a mesma empresa responsável pelo Ingress, a Niantic,  lançará em meados do próximo mês o Pokemon Go, numa aliança com a nipónica Nintendo, cujo conceito é muito próximo do Ingress. Com este jogo, e através do smatphone, ou uma pulseira que irá ser lançada pela Nintendo, teremos o objetivo de capturar pokemons e travar batalhas virtuais, com outras equipas, em locais reais próximos do lugar onde vivemos ou que visitamos.

Portanto, são duas excelentes ferramentas potenciadoras do nosso telemóvel, que a par do prazeroso geocaching, nos impelem a usufruir do verão em pleno. Bom verão!


Fontes: Wikipédia // The Verge // Nianticlabs

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Eletrotecnias.

domingo, 15 de maio de 2016 · Temas: , ,

Missão cumprida! Foi esse do espírito no final da visita de estudo dos técnicos de eletrotecnia Electrotecnia-008às instalações da JPS, bem perto do aeroporto Francisco Sá Carneiro. A pertinência da visita aquela fábrica de computadores era muita. Ali se fabricaram os antigos “Magalhães”, que agora, rebatizados por “myMaga”, se vendem noutras paragens, num conceito próximo do seu parente luso, que fez furor entre a pequenada do 1º ciclo, e respetivos encarregados de educação…

Foi muito interessante conhecer todo o processo fabril dos computadores (myMaga e Tsunami) e tablets. Tudo consiste numa enorme linha de montagem, onde operam técnicos (que se calhar já foram aprendizes de eletrotecnia)  que montam os computadores, instalam Electrotecnia-010software, procedem a testes de qualidade, personalizam e embalam o produto atendendo ao destino final. Toda esta operação é alicerçada num enorme e internacional processo logístico, com vista à comercialização dos computadores para destinos como o Quénia ou o Perú. Aliás, grande parte das instalações da fábrica, e sede, estão ocupadas por vários gabinetes que tem por fim assegurar os contactos com entidades governativas de vários países, e onde se desenha o melhor produto em função do destino.

Electrotecnia-062

De tarde afinamos a bussola, largamos os circuitos integrados, e apelamos à geografia urbana, com alguns apontamentos de história. Partimos dos Aliados, trepamos a Rua da Madeira, onde floresce (literalmente) a street art, e subimos os Clérigos. Isto depois de uma “volta” pela marginal do Douro, do Passeio Alegre à Cordoaria.

Ah! O que se vê na foto não aconteceu a bordo de nenhum OVNI. Trata-se de uma experiência “5D”, à qual 4 técnicos se sujeitaram para dizer “como é”. Ora, saídos de tal façanha, os elementos foram parcos em palavras, mas abundantes em sorrisos… Cuidadinho!

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Um ano de carbono.

sábado, 14 de maio de 2016 · Temas: , ,

O mapa que publicamos representa a vida do co2 produzido no nosso planeta ao longo de um ano. É um fantástico trabalho cartográfico da Oregon State University , assente no não menos fantástico vídeo elaborado pela NASA, através de um supercomputador

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O mapa discorre uma cronologia referente ao ano de 2006, ao longo da qual é explicada a variação das tonalidades do mapa, que representam quer o dióxido de carbono, quer o monóxido de carbono. As constatações são sobejamente conhecidas: há uma grande concentração de do dióxido de carbono no hemisfério norte a par das emissões estivais de monóxido de carbono, no hemisfério sul (com incêndios em África e América do Sul), num planeta que não conhece fronteiras à poluição atmosférica.

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Passado sobreposto ao presente.

terça-feira, 10 de maio de 2016 · Temas: , ,

Entre as enormes potencialidades do Google Earth, está a possibilidade de sobrepor imagens à cobertura, mapeada, de fotografias de satélite, encaixando-as no modelado descrito pelos acidentes do terreno. É uma ferramenta muito útil para delimitar áreas que vão do tamanho de países, até um simples edifício, permitindo uma fácil leitura de um fenómeno em evidência ou provocar contrastes na paisagem.

ESL 1986

Foi isso que fizemos com uma antiga fotografia aérea da ESL, obtida em 1986, sobrepondo-a à última série de fotografias de satélite disponibilizadas pelo Google Earth, que datam de 2013. O resultado é o que acima se pode verificar: um recinto escolar despido do arvoredo marginal, com mais espaços livres e apenas um bloco de aulas.

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Três ferramentas geográficas.

terça-feira, 19 de abril de 2016 · Temas: ,

O ensino da Geografia, ou a simples descoberta geográfica, só é enfadonha se o quisermos que seja. Há uma imensidão de ferramentas geográficas, gratuitas e colaborativas, disponíveis na internet que podem motivar e ou ampliar o conhecimento da paisagem.

Global Forest Watch

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Carbyne e Terra Bella, tecnologia a todo o vapor.

domingo, 17 de abril de 2016 · Temas: ,

Quando há tempo e conseguimos ler alguns dos blogues que nos trazem novidades constantes do mundo da ciência e tecnologia, rara é a vez que não nos causam um certo espanto, pela criatividade que a ciência imprime em quase tudo o que desenvolve. É o caso do “carbyne”, um material criado por investigadores da Universidade de Viena, que é mais resistente do que o grafeno e o próprio diamante. Daqui a uns anos, quando for produzido em escalas industriais, revolucionará, certamente, muitos setores de atividade económica.

Mas se o “carbyne” é fruto da ciência e de muita criatividade experimental, o que dizer do Terra Bella, a divisão de satélites da Google, que se dedica ao desenvolvimento de satélites que permitirão obter imagens em tempo real do nosso mundo a partir do espaço.

Ora, se o Google Earth ainda é surpreendente, imaginem ver uma imagem de satélite com a vossa roupa estendida e a secar na varanda ou terraço, há “coisa” de meia hora…


Fontes: http://www.gizmag.com/carbyne-properties/29393/  // http://futurism.com/first-direct-proof-stable-carbyne-worlds-strongest-material/ //  http://abertoatedemadrugada.com/

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Um salto para a vida ativa.

sexta-feira, 18 de março de 2016 · Temas: , ,

Gostamos muito daquilo que aprendemos nesta última visita de estudo em que participamos, e ajudamos a organizar, que nos transportou à gigantesca base de alimentar do Intermarché, situada em Paços de Ferreira e, na qual, fomos guiados através de um mundo à parte.

UmSalto-128

No nosso dia a dia habituamos-nos a chegar ao supermercado e comprar aquilo que necessitamos para satisfazer o nosso padrão de conforto atual, com a naturalidade de quem não imagina a complexa viagem que um simples pacote de bolachas sofre, antes de ser levado para a nossa despensa. E nem se quer falamos do processo de fabrico e nas matérias primas necessárias a tal, referimo-nos apenas a toda a cadeia logística que fornece  produto.

Aquele entreposto, que não para, recebe milhares de produtos diferentes que são registados e escrutinados sob diversos pontos de vista (validade, composição alimentar, etc.) iniciando-se assim todo o processo logístico da mercadoria que, no fim da linha, fornece as dezenas de supermercados daquela cadeia de supermercados, a norte de Coimbra.

UmSalto-047

Todo este processo é acompanhado de apertadas normas de segurança (que, inclusivamente, e para infelicidade nossa, nos impediram de obter fotografia no interior do complexo), cumpridas por cerca de 200 funcionários distribuídos por várias secções específicas, e até curiosas, como o gélido armazém de congelados (-22ºC), que tivemos a possibilidade de atravessar, depressa, como conveio, ou a secção de maturação de bananas, o armazém de bacalhau, carnes, peixe… Um mundo incrível, cheio de curiosidades, que nos fez esquecer da hora e encurtar (e alterar) a segunda parte desta visita de estudo, já na Cidade do Porto, e a várias lojas tradicionais.

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Masquerade, uma “app” genial!

domingo, 6 de março de 2016 · Temas: ,

É raro dedicarmos um artigo a uma aplicação para o sistema operativo Android, dada a sensação de “já termos visto isso em algum lugar” ou, “já vi melhor num filme”. É a realidade de um mundo veloz, global, onde quase nada surpreende.

Mas tal não é o caso deste MSQRD (disponível para Android e IOS), que através de um genial algoritmo, permite, em tempo real, transformar um rosto num outro preexistente, ou adicionado, fazendo uma simulação quase perfeita de “uma pessoa noutra”, isto atendendo ao amadorismo da situação. A “app” permite gravações de vídeo e, partir daqui, a imaginação dita todo o resto.

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A Península Ibérica aos olhos do novo Sentinel 3-A.

A Agência Espacial Europeia lançou em janeiro passado mais um satélite para o espaço, o Sentinel 3-A, que integra a constelação de satélites do programa Copernicus e visa recolher informação e estabelecer medições de cariz ambiental. Ao todo, pretende-se lançar seis satélites artificiais, que contemplam diversas valências. O Sentinel 3-A, por exemplo, monitorizará o oceano, o continente, as camadas geladas e a atmosfera, procurando fornecer informação, quase em tempo real, que permita melhor entender a dinâmica de todas aquelas dimensões do nosso planeta.

Sentinel 1

Um das primeiras imagens desta nova estrela do espaço, foi obtida no passado dia 1 de março, quando a Península Ibérica se apresentava pouco nublada. Focando a nossa região, é interessante perceber o enorme contributo dos rios para a formação de praias arenosas, com a emissão de materiais detríticos e areias. Na fotografia vês-e o Douro em destaque,  que dada a sua vasta bacia hidrográfica e poderoso caudal, turva a água oceânica, numa mancha que se estende até próximo da Figueira da Foz, arrastada de norte para sul pela deriva.


Fontes: www.esa.int

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Withlocals, um empurrão num conceito turístico.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016 · Temas: ,

Proporcionar visitas guiadas numa cidade ou experiências inovadoras e específicas de uma região, é a arte que um profissional do turismo deverá dominar, sabendo acolher e transmitir aquilo que temos de melhor, e genuíno, para oferecer. Contudo, para o forasteiro turista, nem sempre é fácil perceber o que é possível fazer no local que visita e, sobretudo, poder escolher e selecionar o que realmente interessa, leia-se típico, sem cair no “souvenir” que vulga noutros lados do mundo.

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Daí o interesse desta aplicação que, como tantas outras, têm impulsionado o turismo nacional, e criado novos nichos de mercado. O Withlocals permite que profissional de turismo, ou mesmo alguém com capacidade técnica similar, possa proporcionar visitas guiadas ou experiências turísticas, bastando para isso o registo no respetivo site.

A título de exemplo, procurando a Cidade do Porto, a oferta versa desde os simples passeios guiados pela Baixa, passando pelo “Vintage Peugeot Car Tour to Afurada Estuary & Picnic”, “City Highlights with a Harry Potter Touch Free Walking Tour”, ou  até mesmo o mais radical “Surfing with a PRO in Porto”.

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