Receitas para dores de fim de férias!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016 · Temas: , ,

Este artigo, em jeito de bula educacional, destina-se exclusivamente para os alunos que, depois de tantos meses de férias, até já esqueceram que o eram. Contudo, poderá ser igualmente lido, e até experimentado, pelos demais, por sua conta e risco.

Receitas

Assim, lê atentamente os seguintes conselhos que te irão pôr em forma para o início do ano letivo, que se adivinha “fulminante”; podes, inclusivamente, alterar a sua ordem e até exagerar a dosagem pois não se vislumbra alguma contraindicação. Portanto…1Ora, é com fome que te vais pôr em forma, e a lógica é a seguinte: não tendo “icetea”, manteigas, iogurtes, ou bolachas no armário, vais ficar cheio de fome e o melhor remédio é ires dormir para esquecer. Com isto, entrarás no fuso horário de “aulas” e dormirás durante a noite, tal como deve ser…2Acabou a caça aos Pokémons! Sabemos que é duro, mas terás de diminuir as tuas idas ao “ginásio”; um saltinho ao fim de semana, talvez, não mais. Ah! Este conselho é extensível à “catrefada” de jogos de “computador” que te põe em modo zombie. Ok?

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This

As temperaturas de agosto.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016 · Temas: ,

A regência do calendário escolar admite sempre uma longa e necessária pausa estival do Geopalavras. Este período serve, ao mesmo tempo, para o fecho e o criação de ideias e projetos, para rebuscamento de outros e o balanço de alguns. É assim necessário que aconteça e este é o tempo certo para tal; por isso, e ao arrepio, não desgostamos do temeroso regresso às aulas, que é provavelmente o principal sintoma do estiolar do verão.

Assim, se há ideias que se findam nas ondas da praia, outras surgem reforçadas e constituem-se como apostas do Geopalavras para os tempos próximos. Uma delas é a análise mensal dos dados da estação meteorológica da ESL, que vínhamos a realizar há meses, de uma forma não sistemática, focando um ou vários elementos em destaque do período considerado. Fá-lo-emos de agora em diante, e até já de seguida.

Agosto

Se no agosto, climático, de 2016 se destacou algum elemento, esse foi, sem dúvida, a temperatura, cujo valor médio se situou nos 24,7ºC. Um valor enorme, num mês onde a máxima mais baixa rondou os 23,2ºC (dia 19) e a máxima mais elevada se situou nos 45,7ºC (dia 8). Acrescente-se ainda, neste exagero, o número de dias cuja temperatura máxima equivaleu ou superou os 39ºC: 10 dias.

TempMédia de agosto

O período de temperaturas máximas e mínimas mais elevadas, de 6 a 12, 21 e 22, e 30 de agosto, coincidiu com ventos predominantes de leste, que sopraram com força e intensidade moderada, contribuindo para uma baixa humidade relativa do ar (que não ultrapassou os 17%, por exemplo, no primeiro intervalo de dias) e para o desenvolvimento infeliz de dos grandes incêndios florestais nacionais deste verão.

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This

O quente mês de julho.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016 · Temas: ,

Já se previa a meio do mês passado, que o mês de julho seria um recordista de temperaturas máximas e mínimas. Os dados registados pela estação meteorológica da ESL confirmam-no agora. O mês, para além de ter apresentado um valor de temperatura média muito alta e inigualável, 26,1ºC, apresentou uma série de 7 dias sequentes, cuja temperatura média diária suplantou as verificadas nos meses de junho, julho e agosto, entre os anos de 2012 e 2016.

Imagem2

Trata-se, portanto, do mês mais quente, na sua globalidade, apresentando um valor de 26,1ºC, que supera em 2,6ºC a média homóloga e a de todos os meses de junho e agosto, no período em análise.

TemperaturasMédiasJulho2016MeteoESL

A temperatura média diária do mês de julho nunca foi inferior aos 20ºC, registados no dia 12 de julho, tendo sido igual ou superior a 28ºC por 14 vezes. Os registos cruzados mostram também que em sete dias sequenciais, de 23 a 29 de julho, as respetivas temperaturas médias estabeleceram-se como o maior registo ocorrido no mês de julho (no período considerado).

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This

Brisa de verão.

quinta-feira, 28 de julho de 2016 · Temas: ,

De todos os ventos, o mais desejado, porque mais suave e morno, é a brisa. Sopra ao fim da tarde, batalhando o calor deixado pelo vento leste, e quando se agiganta, avança, conquista território, e arrefece paragens que não são as suas.  Trava, no entanto, uma luta desigual, na força e no tempo. Por isso, a frescura que a brisa traz, é sempre uma delícia efémera.

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This

Negócios pokémonianos.

domingo, 24 de julho de 2016 · Temas: ,

Investigamos um pouco sobre os negócios surgidos com o Pokémon Go, um jogo viral que se calcula já ter sido jogado por cerca de 10% da população nacional. Atendendo ao facto de o jogo ter surgido oficialmente há pouco mais de uma semana em Portugal, é impressionante o ritmo de negócios desde então surgiram. São provavelmente fenómenos efémeros, tal como o próprio jogo será, quando o tempo arrefecer,  que no entanto não deixam de provar que há uma geração atenta, criativa e capaz, que dá resposta ao apelo da moda tecnológica.

Imagem2


Fontes: NIT // Jornal de Negócios // JN // Observador // Record // Dinheiro Vivo

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This

Respeitinho, que é muito bonito…

quinta-feira, 21 de julho de 2016 · Temas: ,

A autoridade é uma coisa muito bonita; quer-se clarividente e determinada, sem exageros, para não passar a uma outra coisa. Rodrigo Gervásio, o patriarca da família Gervásio, é o modelo de um autoritarismo antigo, aquele cuja visão obtusa da realidade não permite ver mais além do que o horizonte do próprio terreno.

Era este o quadro da sociedade rural do Entre Douro e Minho doutros tempos, não muito longínquos. Mas felizmente, este pedaço pródigo de Portugal, começou paulatinamente a despertar de uma visão amarfanhada no fundo de vale, mesquinha e paroquial, dando lugar a uma nova visão, não completamente desenraizada do passado, mas assimiladora e de horizonte longínquos. Basta observar, pelas aldeias sem fim da região, a profusão de “novas oportunidades” rurais (produções agrícolas inovadoras e ou instalações hoteleiras) que reinventam, todos os dias, este território.

Share to Facebook Share to Twitter Email This Pin This