Itália#6: o sósia e o anfitrião.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018 · Temas:

O dia de hoje foi dedicado a Lucca, uma cidade da dimensão de Pisa, situada a nordeste, e cerca de 30 minutos ferroviários. Assente em ruínas romanas, sempre foi considerada uma cidade “rica”, próspera pelo comércio com mercados estrangeiros, que engendrou burgueses endinheirados, aos quais faltava sangue azul. Afinal, uma história semelhante ao que se passou com os “brasileiros” financeiramente bem-sucedidos, que construíram no Porto, em finais do século XIX, palacetes revestidos com azulejos e palmeiras exóticas a decorar os jardins.

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As explicações, foram-nos dadas por duas simpaticíssimas professoras, profundamente italianas, a Bruna e a Túlia, que na calma das deslocações entre os vários locais de Lucca, nos fizeram entender a história que pisamos e, inclusivamente, saboreamos, talvez no mais toscano restaurante do mundo.

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As professoras, carismáticas, sentiram também que tinham pela frente, alunos cuja mentalidade é ainda precoce para as “pedras” e a história profunda (pelo menos alguns), pela idade, e por muitas outras razões. E deste modo, o atraso ou a conversa “teenager” por entre as explicações, foi apenas um pormenor, porque irrelevante; mas grande, porque próprio daqueles sabem ser são anfitriões. Tudo dito.

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