Rir de nós próprios!

domingo, 20 de agosto de 2017 · Temas: , ,

Se há virtude que admiramos, é a capacidade de nos rirmos de nós próprios. É assunto que já aqui abordamos, de raspão, por muito admirarmos quem o consegue fazer, talvez por ter aprendido, mostrar inteligência ou, simplesmente, por ter nascido com o dom. 1

E é curioso, como na época em que as redes sociais, sobretudo o Instagram, se atafulha de ângulos “perfeitos” e posses ousadas, que seja na imperfeição, ou vá lá, no disparatado, que pareça encontrarmos  inteligência e perfeição. Confuso? Por outras palavras: é na admissão da própria imperfeição, por intermédio do “autoriso” e “autogozo”, que vemos o caminho da (impossível) perfeição; porque inteligente; porque diferente do banal.

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Ora, investigamos e não encontramos um adjetivo que resuma esta capacidade que sempre pautou, por exemplo, os apresentadores dos imensos vídeos que publicamos no Geopalavras. Todos, quase sem exceção, provaram saber brincar com o próprio erro. E isso é tão delicioso, que o procurarmos incessantemente… Daí a nossa insistência em algumas rúbricas, às vezes muito disparatadas, na tentativa de despertar, e alertar, para a criatividade.

3Mas, vejam alguns exemplos (que depois dos parágrafos anteriores já o devem ter feito, há muito…), que a Pandilha selecionou para nós, e onde nós próprios nos incluímos, isto até porque gostamos bastante de fazer figuras tristes!

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