Adoção homoparental: sim ou não?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 · Temas:

Foi chumbada na passada semana pela Assembleia da República, dois diplomas do Bloco de Esquerda e dos Verdes, que previa a adoção homoparental. Do que se trata? Segundo o wikipédia “é a adoção de crianças por homossexuais, bissexuais e transgéneros (LGBT) [que] pode ser na forma de uma adoção conjunta por um casal do mesmo sexo, adoção por um dos parceiros de um casal do mesmo sexo de outro filho biológico e a adoção por uma única pessoa LGBT.»

Adoção

Ora, a adoção por casais do mesmo sexo é legal em 14 países, bem como na esfera jurídica de vários outros. Adoção por casais do mesmo sexo é, contudo, proibida pela maioria dos países, embora muitos debates na jurisdição ocorrem para permitir isso. A principal preocupação manifestada por aqueles que se opõem à adoção LGBT é a questão de saber se casais do mesmo sexo têm a capacidade de ser pais adequados. Sendo que o principal argumento na viabilização deste tipo de adoção, é o "superior interesse das crianças", referindo-se que milhares de menores vivem em instituições à espera de serem adotados por uma família.

Ora, perante estas duas posições, há que questionar:

  • Será uma criança mais feliz num lar, mesmo com pais do mesmo sexo?
  • Será que uma criança crescerá equilibrada no seio de um lar com dois pais ou duas mães?
  • Será que a sociedade está preparada para esta situação ou a criança debater-se-á com bastantes dificuldades e entraves de adaptação / integração?
  • Não teremos, no séc. XXI, de entender este tipo de adoção como como algo natural?
  • Estaremos, deste modo, a inverter a lógica das coisas ou isto é apenas um preconceito?

Ora, poderás debater todas estas questões, e outras, no Geodilema. Dá lá um salto, deixa a tua opinião e não deixes que os outros pensem por ti.

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Uma resposta a: “Adoção homoparental: sim ou não?”

  1. Por um lado sou a favor, porque não é por serem homossexuais que vão deixar de seguir as suas vidas e criar um menino ( que há muitos meninos que precisam de ajuda e de quem os ajude e crie ), mas por outro lado sou contra porque a criança não tem uma MÃE, na escola pode vir a ser gozado, e ao ser criado naquele meio, se gostar de raparigas vai-se sentir estranho, pois tem um exemplo em casa completamente o oposto !!!

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